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Ibovespa bate novo recorde e fecha perto dos 139 mil pontos

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Ibovespa bate novo recorde e fecha perto dos 139 mil pontos

Alta foi puxada por ações de commodities, resultado do avanço da mineração e acordos comerciais com a China.

O Ibovespa bate novo recorde e encerrou o pregão desta terça-feira (14) em 138.963 pontos, com alta de 1,76%, estabelecendo a maior pontuação de fechamento da história da bolsa brasileira. O índice chegou a atingir os 139.418 pontos durante a sessão, impulsionado por mineradoras e empresas ligadas a commodities, além do alívio na curva de juros após a divulgação da ata do Copom. O cenário reforça a entrada de capital estrangeiro no país e alimenta projeções de rompimento da barreira dos 140 mil pontos nos próximos dias.

O Ibovespa atinge patamar histórico

Nesta terça-feira, a principal referência do mercado de capitais brasileiro, o Ibovespa, renovou seu recorde histórico de fechamento. A marca anterior, registrada em junho de 2021, foi superada com folga, sinalizando otimismo do mercado diante de um conjunto de fatores econômicos e políticos positivos.

A máxima intradiária de 139.418 pontos reflete um momento de confiança nos ativos brasileiros. A movimentação foi sustentada por investidores institucionais e estrangeiros, que ampliaram posições principalmente em papéis ligados a commodities.

Fatores que impulsionaram o novo recorde

Diversos elementos contribuíram para que o Ibovespa batesse novo recorde. Entre os principais, destacam-se:

  • Mineração de ferro em alta, beneficiando ações como Vale e CSN;

  • Acordos comerciais recentes entre Brasil e China, ampliando perspectivas de exportações;

  • Repercussão positiva do mercado à ata do Copom, que manteve o tom cauteloso, mas foi considerada um sinal de estabilidade;

  • Boas expectativas com os resultados corporativos de empresas como Petrobras, Hapvida, Natura&Co e Sabesp.

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O resultado direto dessa combinação foi um volume financeiro expressivo de R$ 27,7 bilhões na B3, um dos maiores do ano.

Perspectiva para os próximos dias

A superação dos 139 mil pontos reabriu o debate entre analistas sobre até onde o índice pode chegar. A projeção de curto prazo mais comum é que o Ibovespa alcance os 140 mil pontos ainda em maio, caso as condições macroeconômicas se mantenham favoráveis.

Além disso, o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil permanece intenso, especialmente diante da instabilidade nos mercados internacionais e dos juros ainda elevados nos Estados Unidos.

Ativos em destaque

Papéis de empresas exportadoras e de setores relacionados a commodities foram os grandes protagonistas do dia. Entre os principais ganhos:

  • Vale (VALE3): +2,3%

  • Petrobras (PETR4): +1,9%

  • CSN Mineração (CMIN3): +2,7%

  • Hapvida (HAPV3): +3,1%

  • Sabesp (SBSP3): +2,5%

O desempenho positivo das empresas de energia, saúde e saneamento básico também reforça a percepção de diversificação na retomada da bolsa.

Efeito na economia real

A valorização do Ibovespa pode ter impacto indireto sobre a economia real, melhorando a percepção internacional sobre o Brasil, incentivando investimentos, e reduzindo a percepção de risco.

Outro reflexo importante foi a queda do dólar, que recuou 1,1% e fechou cotado a R$ 5,60, o menor valor em sete meses. A moeda norte-americana vinha pressionada pelas incertezas externas e, agora, reflete também a confiança nos fundamentos domésticos.

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Comparativo internacional e outros indicadores

Enquanto o Ibovespa bate novo recorde, os principais índices globais também operaram em alta nesta terça:

  • S&P 500: +0,72% | 5.886,55 pontos

  • NASDAQ: +1,61% | 19.010,09 pontos

  • Bitcoin: +1,85% | US$ 104.411

  • Euro: -0,49% | R$ 6,27

Apesar disso, o desempenho acumulado do Ibovespa no ano já supera 15,9% de valorização, em contraste com perdas parciais observadas nas bolsas americanas nos primeiros trimestres de 2025.

O que diz o mercado

Especialistas avaliam que o rali do Ibovespa é sustentado por um tripé: fundamentos sólidos, atratividade relativa dos ativos brasileiros frente aos emergentes e estabilidade na política fiscal.

Contudo, alertam que o movimento precisa ser sustentado por reformas, controle inflacionário e previsibilidade política para não se tornar apenas um pico pontual.

Considerações finais

O fato de que o Ibovespa bate novo recorde em meio a incertezas globais reforça a resiliência do mercado brasileiro e sua atratividade para o investidor internacional. Caso o ambiente continue estável e a taxa de juros mantenha sua trajetória de queda gradual, é possível que o índice ultrapasse os 140 mil pontos nas próximas semanas.

O momento, no entanto, exige cautela. O cenário externo ainda reserva volatilidade e a dependência do Brasil de exportações de commodities coloca o mercado em vulnerabilidade frente à desacelerações globais.

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Senado aprova medidas para justiça tributária em 2025

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Imposto de Renda: Novas Medidas do Senado Beneficiam Trabalhadores e Endereçam Justiça Fiscal

Em um cenário econômico desafiador, o desconto mensal do Imposto de Renda (IR) no contracheque afeta diretamente a vida de milhões de trabalhadores brasileiros. Em 2025, a busca por justiça tributária levou o Senado a aprovar diversas medidas legislativas que visam aliviar a carga fiscal sobre os mais pobres. Estas mudanças têm garantido uma agenda legislativa centralizada na economia, propondo soluções para a arrecadação sem sacrificar os que têm menos.

Medidas Aprovadas pelo Senado e Seus Efeitos

Entre as iniciativas mais impactantes, destaca-se a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. A nova legislação eleva o teto da isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, além de promover uma redução parcial da tributação para rendas até R$ 7.350. Essa mudança, sancionada pelo governo, já está em vigor e promete beneficiar mais de 15 milhões de contribuintes, proporcionando maior alívio financeiro a quem se encontra na base da pirâmide salarial.

Cálculo de Benefícios

Com a nova regra, mais de 10 milhões de trabalhadores deixarão de ver o IR descontado diretamente de seus vencimentos a partir de janeiro. Outros 5 milhões terão uma redução considerável no imposto devido. Tal mudança deverá refletir na declaração anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) referente ao ano-base 2026.

Aumento da Taxação sobre Altas Rendas

Para contrabalançar a perda de arrecadação gerada pela isenção a classes de renda mais baixas, a nova lei também estabelece um aumento na taxação aplicada sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil. Com previsão de impacto sobre cerca de 140 mil indivíduos, a nova alíquota, que varia até 10% sobre lucros e dividendos, busca reforçar um sistema fiscal mais equitativo.

O Compromisso com a Justiça Fiscal

Conforme declarado pelo governo, a imposição de uma alíquota mínima reflete um compromisso com a justiça fiscal, alinhando-se a discussões globais sobre tributação progressiva, onde quem ganha mais paga mais impostos. Importante ressaltar que certos tipos de rendimento, como ganhos de capital e heranças, não estão sujeitos a essa nova cobrança.

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Manutenção da Faixa de Isenção na LDO

Outra conquista relevante do Congresso foi a inclusão permanente da faixa de isenção do IR na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Esta medida proporciona estabilidade jurídica e previsibilidade ao planejamento fiscal, eliminando incertezas tanto para o governo quanto para os contribuintes.

Redução de Incertezas

Com a sanção desta legislação, fica dispensada a necessidade de revisão anual da faixa de isenção, garantindo assim um ambiente mais seguro para o próprio governo em suas previsões fiscais.

Atualização Patrimonial: Um Novo Horizonte

A aprovação do Regime Especial de Atualização Patrimonial (Rearp) oferece um novo mecanismo para que contribuintes possam atualizar o valor de mercado de bens, como imóveis e veículos. Essa medida proporciona uma chance para que a declaração de bens reflita a realidade econômica atual, corrigindo defasagens significativas.

Detalhes da Nova Legislação

Segundo a nova lei, indivíduos pagarão 4% sobre a diferença entre o valor declarado e o valor de mercado, substituindo taxas que variavam de 15% a 22,5% de Imposto sobre Ganho de Capital. Para pessoas jurídicas, as alíquotas estabelecidas são de 4,8% de IRPJ e 3,2% de CSLL, uma abordagem que busca assegurar a justiça no sistema tributário.

Iniciativas Complementares

Além da regularização de criptoativos e ajustes nas regras de compensações tributárias, a legislação visa aumentar a capacidade de arrecadação sem elevar diretamente os impostos sobre consumo ou da renda do trabalho.

Combate à Sonegação: Legislação Rigorosa

O Congresso também avançou em iniciativas que visam fortalecer a arrecadação e a ética fiscal. A aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 125/2022 estabelece critérios e sanções mais rigorosas para devedores contumazes, aqueles que acumulam dívidas tributárias sem justificativa.

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Medidas Contra Concorrência Desleal

O objetivo é evitar que a prática de não pagamento de tributos crie uma margem de lucro desleal frente a concorrentes que cumprem a legislação. Essa proposta inclui um processo administrativo de defesa para as empresas antes de serem classificadas como devedoras contumazes.

Tributação de Fintechs e Apostas: Um Novo Olhar

Outro projeto em destaque é o PL 5.473/2025, que eleva a tributação sobre fintechs e empresas de apostas. De acordo com o autor da proposta, senador Renan Calheiros (MDB-AL), essa atualização visa equilibrar a competição e garantir que essas empresas contribuam de forma justa para a arrecadação fiscal.

Escalonamento de Alíquotas

As mudanças estabelecem um aumento gradativo na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e na Contribuição sobre a Receita Bruta de Jogo, garantindo que os recursos gerados sejam utilizados para fortalecer políticas públicas, especialmente na saúde.

Conclusão: Caminho para uma Economia Mais Justa

As recentes aprovações no Senado apresentam um passo significativo em direção a uma reforma tributária mais justa, com foco em aliviar a carga sobre os contribuintes de baixa renda enquanto garantem que aqueles que possuem maior capacidade financeira contribuam de maneira adequada. Estas medidas não apenas visam a justiça social, mas também a recuperação econômica do Brasil, levando em consideração um equilíbrio fiscal essencial para o desenvolvimento sustentável.

Essas alterações na legislação, projetadas para beneficiar trabalhadores e proporcionar maior justiça tributária, reforçam a ideia de que a carga tributária deve ser distribuída de maneira mais equitativa. Com essas ações, espera-se não apenas melhorar a situação financeira dos brasileiros, mas também aumentar a confiança na administração fiscal do país.

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Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social premia Instituto Êxito no 2º Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica

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Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social premia Instituto Êxito no 2º Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica

O Instituto Êxito foi um dos homenageados no 2º Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A premiação reconhece instituições, projetos e iniciativas que contribuem de forma efetiva para a redução das desigualdades sociais, fortalecimento da inclusão produtiva e ampliação das oportunidades de desenvolvimento econômico para a população brasileira.

A cerimônia reuniu representantes do poder público, organizações da sociedade civil, instituições de ensino e lideranças empresariais comprometidas com a construção de políticas e ações voltadas à promoção da autonomia financeira, qualificação profissional e geração de renda.

O reconhecimento ao Instituto Êxito reforça o impacto nacional do trabalho desenvolvido pela instituição, que atua na democratização da educação empreendedora e na formação de pessoas preparadas para transformar conhecimento em oportunidades de crescimento pessoal, profissional e econômico.

Educação empreendedora como ferramenta de transformação social

Representando o Instituto Êxito durante a solenidade, o diretor executivo Sérgio Murilo destacou a importância da cooperação entre os setores público e privado para ampliar o alcance das iniciativas de desenvolvimento social.

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Ao lado de Gilson Neves, diretor de Conhecimento e Publicações do Instituto Êxito, o executivo ressaltou o papel estratégico das plataformas educacionais na construção de trajetórias mais sustentáveis e na promoção da inclusão econômica.

“Essa plataforma potencializa significativamente a atuação do Instituto Êxito, permitindo que mais pessoas tenham acesso à educação empreendedora, à capacitação e a oportunidades reais de transformação social. Nosso propósito é gerar impacto por meio do conhecimento, fortalecendo trajetórias e construindo um futuro mais inclusivo e sustentável”, afirmou Sérgio Murilo.

Segundo os representantes da instituição, o empreendedorismo tem se consolidado como uma das principais ferramentas de mobilidade social no país, possibilitando que milhares de brasileiros desenvolvam competências, ampliem sua capacidade produtiva e conquistem maior independência financeira.

Construindo oportunidades e reduzindo desigualdades

O prêmio evidencia a relevância das iniciativas que promovem a integração entre governo, instituições educacionais, empresas e sociedade civil, fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão produtiva e ao desenvolvimento humano.

Nesse contexto, o Instituto Êxito tem ampliado sua atuação por meio de programas de capacitação, formação empreendedora, produção de conteúdo educacional e desenvolvimento de projetos voltados ao fortalecimento de pequenos negócios e novos empreendedores.

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A instituição acredita que a educação é um dos caminhos mais eficazes para reduzir desigualdades e criar oportunidades sustentáveis, contribuindo para a geração de renda e para o fortalecimento da economia nacional.

Reconhecimento nacional

A premiação concedida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social consolida o Instituto Êxito como uma das principais referências brasileiras em educação empreendedora e transformação social.

O reconhecimento também reforça o compromisso da instituição em continuar ampliando o acesso ao conhecimento, fortalecendo a cultura empreendedora e promovendo iniciativas capazes de impactar positivamente milhares de vidas em todas as regiões do país.

Com uma atuação baseada em educação, desenvolvimento humano e inovação, o Instituto Êxito segue contribuindo para a construção de um Brasil mais inclusivo, produtivo e preparado para os desafios do futuro.

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Economia

Lula sanciona Lei Orçamentária Anual de R$ 6,54 trilhões para 2026

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Presidente Lula Sanciona Lei Orçamentária Anual de 2026

Na última quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que estabelece as receitas e despesas da União para o próximo ano. A Lei 15.346 foi divulgada em uma edição extra do Diário Oficial da União, refletindo a estratégia do governo para direcionar os recursos públicos de forma planejada.

Orçamento Total e Destinações Principais

O orçamento total para 2026 foi estimado em R$ 6,54 trilhões. Deste montante, uma parte significativa, cerca de R$ 1,8 trilhão, será destinada ao refinanciamento da dívida pública. Segundo a nova legislação, o superávit nas contas do governo federal é projetado em R$ 34,2 bilhões.

Descontando-se a despesa relacionada à dívida, o Orçamento apresenta R$ 4,7 trilhões disponíveis. Este valor é dividido entre Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, que somam R$ 4,5 trilhões, e R$ 197,9 bilhões alocados para o Orçamento de Investimento.

Investimentos em Saúde e Educação

Os setores de Saúde e Educação, fundamentais para o desenvolvimento social, receberão investimentos consideráveis. A Saúde contará com R$ 271,3 bilhões, enquanto a Educação terá um total de R$ 233,7 bilhões. Essas alocações são essenciais para assegurar a continuidade e a melhoria dos serviços públicos nessas áreas.

Além disso, o governo programou R$ 158,63 bilhões para o Bolsa Família, um programa de transferência de renda essencial para milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade. O programa Pé de Meia, que incentiva financeiramente estudantes do Ensino Médio, terá R$ 11,47 bilhões disponíveis. Outro destaque é o programa destinado à oferta de botijões de gás a famílias de baixa renda, com uma previsão de R$ 4,7 bilhões.

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Alterações no Salário Mínimo

A nova lei também traz mudanças significativas no salário mínimo, que passará de R$ 1.518 para R$ 1.621 ao longo deste ano. Esse ajuste visa acompanhar a inflação e garantir maior poder de compra à população, refletindo um compromisso do governo com a valorização do trabalhador.

Emendas Parlamentares: O que muda?

A Lei Orçamentária prevê, ainda, cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Destes, R$ 37,8 bilhões são classificados como emendas impositivas, que têm pagamento obrigatório pelo governo. Essa destinação equivale a aproximadamente 61% do total, reforçando a influência do Legislativo na execução orçamentária.

Detalhamento das Emendas

As emendas individuais de deputados e senadores somam R$ 26,6 bilhões, enquanto as destinadas às bancadas estaduais representam R$ 11,2 bilhões. Além disso, as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, totalizam R$ 12,1 bilhões.

Vetos Presidenciais: Rigor Fiscal em Foco

O presidente Lula vetou dois dispositivos da lei que somavam quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares, inseridas pelo Congresso Nacional em dezembro. A justificativa apresentada pelo governo para os vetos é a conformidade com normas constitucionais e legais, além da necessidade de preservar o equilíbrio fiscal.

Durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual, foram identificadas despesas primárias discricionárias que conflitam com a proposta inicial do Poder Executivo, conforme descrito em uma mensagem enviada ao Congresso. O veto foi necessário para garantir a legalidade e a coerência com as regras do arcabouço fiscal, segundo a avaliação do governo.

Próximos Passos para os Vetos

Os vetos presidenciais deverão ser analisados pelo Congresso, que terá a prerrogativa de decidir se os mantêm ou os derrubam em sessão conjunta, envolvendo deputados e senadores. Essa etapa é crucial para definir se as emendas vetadas voltarão a fazer parte do orçamento, impactando diretamente a execução das políticas públicas.

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A Implicação para o cidadão

As diretrizes apresentadas na nova Lei Orçamentária Anual demonstram um compromisso do governo com o desenvolvimento social, priorizando áreas essenciais como Saúde e Educação. O aumento do salário mínimo, por sua vez, é uma resposta à demanda por uma melhor qualidade de vida para os trabalhadores brasileiros.

É fundamental que cidadãos e empreendedores estejam cientes das mudanças no orçamento, pois elas impactam não apenas as políticas públicas, mas também a economia em geral. O acompanhamento do processo legislativo em relação aos vetos pode oferecer insights sobre a direção futura das finanças públicas e a execução de programas sociais.

Conclusão: Um Orçamento Estratégico para 2026

A aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2026 sinaliza um passo importante na administração fiscal do Brasil. A destinação estratégica de recursos, os investimentos em programas sociais e as medidas de controle fiscal são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país.

À medida que os cidadãos se preparam para as mudanças que virão neste novo orçamento, é vital que permaneçam informados e engajados, garantindo que suas vozes sejam ouvidas nas decisões que afetam diretamente suas vidas e o futuro de suas famílias.

Com informações da Agência Brasil

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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