Saúde
Brasil institui Dia Nacional de Prevenção da Asfixia Perinatal
Dia Nacional de Prevenção da Asfixia Perinatal: Uma Nova Lei para Salvar Vidas
A recente publicação da Lei 15.239 no Diário Oficial da União (DOU) veio à tona como uma importante medida para a saúde materno-infantil no Brasil. Sancionada pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, a nova legislação institui o Dia Nacional de Prevenção da Asfixia Perinatal, a ser lembrado anualmente em 25 de setembro. Esta iniciativa busca aumentar a conscientização sobre os riscos de asfixia que podem ocorrer durante o parto e suas consequências para o recém-nascido.
O que é a Asfixia Perinatal?
A asfixia perinatal refere-se à diminuição do oxigênio no sangue do feto ou do recém-nascido, resultando em um quadro sério não só para a saúde imediata do bebê, mas também para seu desenvolvimento a longo prazo. Durante o trabalho de parto ou logo após o nascimento, o bebê pode ser privado deste oxigênio essencial, levando a potenciais lesões neurológicas e outras complicações graves.
Causas e Consequências da Asfixia Perinatal
As causas da asfixia perinatal podem ser diversas, incluindo problemas no cordão umbilical, complicações maternas pré-existentes ou questões relacionadas ao trabalho de parto. O impacto dessa condição é alarmante. Estudos demonstram que bebês que sofrem asfixia perinatal têm uma maior probabilidade de apresentar dificuldades motoras, problemas de aprendizado e outras complicações neurológicas.
A Importância da Lei 15.239
A proposta que culminou na Lei 15.239 surgiu do PL 5.034/2020, apresentando-se como uma resposta proativa na luta contra a asfixia perinatal. O senador Flávio Arns (PSB-PR) foi a figura central na articulação e defesa dessa legislação.
A Perspectiva do Autor da Lei
De acordo com o senador Arns, a criação de um dia nacional para a prevenção da asfixia perinatal é fundamental para aumentar a conscientização sobre os riscos associados a essa condição. “Precisamos chamar a atenção para os cuidados que podem ser tomados para minimizar as consequências da asfixia perinatal”, enfatizou.
Aprovações e Trâmites Legislativos
A legislação foi aprovada em decisão final na Comissão de Educação (CE) do Senado, sob a relatoria do senador Dr. Hiran (PP-RR). O apoio unânime dos membros da comissão reflete a urgência e a relevância do tema abordado.
Quais os Próximos Passos?
Com a sanção da lei, começa agora o trabalho de implementação de campanhas educativas que irão ocorrer anualmente. Essa divulgação é vital para garantir que os profissionais da saúde e as famílias estejam cientes dos sinais de asfixia perinatal e dos cuidados que podem ser tomados.
A Importância da Conscientização
A conscientização sobre a asfixia perinatal é essencial não apenas para os profissionais de saúde, mas também para pais e cuidadores. Iniciativas de educação e sensibilização podem salvar vidas e reduzir o número de casos.
O Papel dos Profissionais de Saúde
Os profissionais de saúde têm um papel crucial em identificar fatores de risco e em orientações adequadas durante o pré-natal e o parto. Programas de treinamento e workshops podem ser criados para garantir que todos os envolvidos no processo de parto estejam alinhados nas melhores práticas.
Iniciativas Futuras e Colaboração
Além das ações educativas, é fundamental a promoção de uma rede de apoio entre entidades públicas e privadas que se dedicam à saúde materno-infantil. A colaboração entre hospitais, clínicas e órgãos governamentais pode resultar em protocolos mais eficazes.
Engajamento da Comunidade
A participação da comunidade também é um aspecto essencial. Campanhas informativas em escolas, centros comunitários e mídias sociais podem ampliar o alcance das informações sobre os riscos da asfixia perinatal e como evitá-la.
A criação do Dia Nacional de Prevenção da Asfixia Perinatal representa um avanço significativo na luta pela saúde das mães e dos recém-nascidos no Brasil. Com a sanção da Lei 15.239, o país dá um passo importante na conscientização sobre um problema que afeta diretamente muitas famílias.
A mobilização de todos os setores da sociedade é necessária para propagar informações e promover ações preventivas. O comprometimento de profissionais de saúde, famílias e a comunidade em geral será fundamental para que essa nova lei cumpra seu papel de salvaguardar vidas e prevenir a asfixia perinatal. O futuro da saúde materno-infantil depende de esforços contínuos e dedicados.
Saúde
Senado analisa projeto para combater câncer de pele em pescadores
O Senado Federal inicia, neste ano, a análise de um projeto de lei que visa implementar o Programa de Combate e Prevenção ao Câncer de Pele. Este programa é especificamente voltado à informação e orientação de pescadores e trabalhadores rurais em todo o Brasil, a fim de alertá-los sobre os riscos da doença e as formas eficazes de prevenção.
Origem e Contexto do Projeto de Lei
O Projeto de Lei 6.624/2025, que propõe a criação do programa, tem raízes no Projeto de Lei 1.264/2011, de iniciativa do deputado Cleber Verde, do MDB-MA. A proposta foi aprovada pelos deputados no final de 2025, demonstrando um compromisso legislativo com a saúde pública e a proteção de grupos vulneráveis.
A Importância da Prevenção
A necessidade de um programa específico se justifica, pois pescadores e trabalhadores rurais estão entre os profissionais mais expostos à radiação solar, um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. A proposta reconhece essa vulnerabilidade e visa mitigar os impactos da exposição solar.
Ações Educativas e de Conscientização
O Programa de Combate e Prevenção ao Câncer de Pele contempla uma série de ações educativas permanentes. Entre as atividades previstas estão campanhas informativas que abordarão o uso de equipamentos de proteção individual, como:
- Chapéus: Essenciais para proteger o rosto e pescoço.
- Roupas adequadas: Vestimentas que ajudam a bloquear a radiação solar.
- Protetor solar: Fator primordial na prevenção do câncer de pele.
Esses esforços visam não apenas a proteção, mas também a conscientização sobre a importância da identificação precoce de sinais suspeitos na pele.
Identificação Precoce
Parte essencial do programa é a orientação sobre como identificar sinais de alerta, que podem indicar o início de uma condição mais séria. Isso envolve a educação sobre lesões que mudam de aparência, manchas que não saram ou feridas que nunca se curam. Promover essa conscientização pode ser crucial para um diagnóstico mais rápido e eficaz.
Apoio à Pesquisa e Inovação
Além da educação e conscientização, o projeto prevê a ampliação do apoio a pesquisas científicas e tecnológicas relacionadas ao câncer de pele. Isso será realizado por meio de parcerias com universidades, sindicatos, organizações não governamentais (ONGs) e entidades médicas. O incentivo à pesquisa é um pilar essencial para compreender melhor a doença e desenvolver novas abordagens para sua prevenção e tratamento.
Papel do Governo Federal
A regulamentação e execução do programa ficarão sob a responsabilidade do governo federal, especificamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS desempenha um papel fundamental na articulação das estratégias de implementação do programa, incluindo a colaboração com estados, municípios e outras entidades parceiras. Esta abordagem colaborativa é vital para assegurar a eficácia e a abrangência do programa.
Expectativas para o Programa
A proposta deve seguir para as comissões temáticas do Senado a partir de fevereiro, onde será avaliada por especialistas e parlamentares. Espera-se que a análise resulte em um programa robusto que não só promova a saúde, mas que também proteja aqueles que se dedicam a atividades que os expõem a condições adversas, como a radiação solar.
A Relevância do Programa na Saúde Pública
Nas últimas décadas, o câncer de pele tem se tornado uma preocupação crescente no Brasil e no mundo. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país registra um aumento na incidência de casos diagnosticados, reforçando a necessidade de ações públicas efetivas.
Influência nas Comunidades
A implementação do Programa de Combate e Prevenção ao Câncer de Pele pode ter um impacto considerável nas comunidades de pescadores e trabalhadores rurais. Através da educação, prevenção e conscientização, é possível mudar a percepção dessas populações em relação aos riscos e cuidados necessários, resultando em vidas poupadas e comunidades mais saudáveis.
O Futuro do Programa e sua Importância
Com o início das discussões no Senado, a expectativa é de que o Programa de Combate e Prevenção ao Câncer de Pele se torne uma realidade em breve. É essencial que a população, especialmente aquelas em situações de risco, esteja equipada com informações e recursos necessários para se proteger contra o câncer de pele.
A iniciativa representa não apenas um avanço na saúde pública, mas também um compromisso com a proteção das vidas dos profissionais que servem à comunidade. O sucesso do programa dependerá de uma execução eficaz e da colaboração entre todos os níveis de governo e a sociedade civil.
O panorama atual sugere que, se aprovada, essa proposta poderá gerar impactos positivos significativos nas condições de saúde de grupos vulneráveis no Brasil, reafirmando a importância da prevenção e da educação em saúde pública.
Saúde
Lei reconhece fibromialgia como deficiência; direitos ampliados
Nesta semana, entra em vigor uma nova legislação que reconhece a fibromialgia e doenças correlatas como deficiências. Essa norma é resultado de uma série de projetos apresentados e aprovados pelo Senado em 2025, que visam fortalecer os direitos de grupos específicos e ampliar os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
Projeto de Lei 3.010/2019: Um Marco na Saúde
Em julho de 2025, o Senado aprovou o PL 3.010/2019, que assegura direitos aos pacientes com fibromialgia, síndromes de fadiga crônica e dor regional complexa. Transformada na Lei 15.176, a norma orienta a criação de um programa nacional para o atendimento de pessoas com essas condições.
O senador Fabiano Contarato (PT-ES), responsável pela relatoria do projeto, destacou a importância da medida:
“Sabemos que as pessoas com fibromialgia sofrem com sintomas como tontura, dificuldade de concentração, sensibilidade ao toque, depressão e ansiedade. Vai ser feita uma análise muito mais ampla pela equipe multidisciplinar.”
Diretrizes para o Atendimento no SUS
A nova legislação estabelece diretrizes claras que o SUS deve seguir ao atender pacientes com fibromialgia. Essas diretrizes incluem:
- Atendimento multidisciplinar.
- Disseminação de informações sobre as condições.
- Formação de profissionais de saúde especializados.
- Estímulo à inserção no mercado de trabalho para os pacientes.
Com essas orientações, o objetivo é garantir não apenas um tratamento eficaz, mas também melhorar a qualidade de vida dos afetados.
Doação de Medicamentos: Um Novo Conceito
Outra lei aprovada, relacionada à saúde pública, é o PL 4.719/2020, que foi transformado na Lei 15.279. Esta norma isenta de tributos federais a doação de medicamentos a órgãos públicos e entidades beneficentes. Com essa medida, espera-se facilitar a doação de medicamentos vencidos, desde que ainda tenham pelo menos seis meses de validade.
Procedimentos para a Doação
A lei estabelece que:
- A doação deve ser feita sem fins lucrativos.
- O controlador dos medicamentos deverá assegurar a validade dos produtos doados.
- O Poder Executivo regulamentará a fiscalização das doações.
Essas regras garantem que medicamentos sejam utilizados de maneira ética e responsável, ampliando o acesso a tratamentos.
Reconhecimento da Profissão de Condutores de Ambulância
A nova legislação também inclui a Lei 15.250, que reconhece os condutores de ambulância como profissionais de saúde. Isso significa que eles poderão acumular cargos públicos, desde que respeitados certos limites e períodos mínimos de descanso.
Requisitos para Condutores de Ambulância
Os condutores devem ser registrados como tal nos sistemas oficiais de trabalho. Essa norma foi aprovada após análise nas Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE), fortalecendo a categorização desses profissionais.
A Política de Terapia Nutricional para o Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Um avanço significativo na saúde pública também é a nova lei que estabelece diretrizes específicas para a terapia nutricional no SUS aos pacientes com transtorno do espectro autista, transformada na Lei 15.131. Essa norma propõe cuidados voltados para a saúde alimentar do autista.
Importância da Terapia Nutricional
A lei enfatiza que a terapia nutricional deverá ser conduzida por profissionais habilitados, garantindo que as ações respeitem os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas estabelecidas pela autoridade competente.
“O projeto garante avaliações criteriosas dos riscos nutricionais, além de considerar o ônus financeiro desses tratamentos”, disse o senador Paulo Paim (PT-RS) durante a votação.
Outras Medidas Impactantes
Além dos temas já mencionados, diversas outras iniciativas também foram aprovadas nos últimos meses, buscando melhorar a qualidade de vida e saúde da população:
Criação de Políticas contra o HPV
Em um esforço para enfrentar a infecção por Papilomavírus Humano (HPV), o Senado aprovou a Lei 15.174, que estabelece diretrizes para prevenção e tratamento da IST. Esta legislação inclui campanhas de informação e ampliação do acesso ao cuidado.
Estratégia para Mulheres Alcoolistas
O PL 2.880/2023 propõe a criação de uma estratégia específica para mulheres usuárias e dependentes de álcool, especialmente gestantes. Essa iniciativa visa garantir um atendimento multiprofissional e interdisciplinar.
Avanços na Oncologia: Vacina Contra o Câncer
No campo da oncologia, uma missão de senadores foi realizada ao exterior para conhecer uma nova vacina contra o câncer. A expectativa é que essa vacina de RNA mensageiro seja produzida no Brasil, facilitando o acesso ao tratamento.
Tramitação e Expectativas Futuras
Essas legislações e projetos demonstram um esforço contínuo do Senado para melhorar as condições de saúde no Brasil. Vários outros projetos, como o que garante tratamento integral para vítimas de queimaduras e implementa um teste genético para mulheres com risco alto de câncer, estão em tramitação ou já aprovados no Senado.
Implicações Práticas para os Cidadãos
Essas novas leis não apenas reforçam o compromisso do Estado com a saúde da população, mas também garantem um atendimento mais humanizado e adequado às necessidades específicas de grupos vulneráveis. A expectativa é que, com a implementação dessas políticas, a qualidade de vida, o acesso a cuidados de saúde e as oportunidades de inserção no mercado de trabalho melhorem significativamente para muitos brasileiros.
Essas mudanças são um passo importante para garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde dignos e respeitosos. O reconhecimento de condições como a fibromialgia é um exemplo claro de como a legislação pode fazer a diferença na vida das pessoas.
Acompanhe as novidades e esteja atento às mudanças que podem impactar a sua saúde e a de sua família!
Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Saúde
CAS retoma trabalhos em fevereiro com 98 projetos para votação
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Brasileiro retoma suas atividades em fevereiro de 2024, focando em 98 projetos prontos para votação. Dentre eles, destaca-se um conjunto de nove propostas destinadas a proteger aposentados e pensionistas contra descontos indevidos nas suas aposentadorias.
Projetos em Foco: Proteção a Aposentados e Pensionistas
O Projeto de Lei 1.899/2025, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE), é a principal proposta a ser analisada. Essa iniciativa determina novas regras para os descontos associados aos benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Girão defende que a revalidação anual dos descontos, mediante cadastro biométrico, é uma forma de prevenir fraudes.
A Importância da Revalidação Anual
A exigência de um documento de revalidação anual visa “desestimular práticas fraudulentas”, conforme argumenta o senador. Ele aponta que essa medida pode obrigar as entidades a manter comunicação ativa com seus filiados e facilitar auditorias periódicas pelo INSS, contribuindo para a diminuição de riscos de descontos irregulares.
O senador Otto Alencar (PSD-BA), relator do projeto, apresentou um substitutivo que reforça a ideia de proibir todos os tipos de descontos associativos, mesmo aqueles já ativos. Para Alencar, essa proposta protege “de forma absoluta” o patrimônio dos aposentados.
“Os aposentados podem continuar a escolher se filiam a entidades representativas, mas sem que isso implique em descontos indevidos em seus benefícios,” afirma o relator.
Tramitação do Projeto
Se aprovado pela CAS, o PL 1.899/2025 estará apto a seguir para a Câmara dos Deputados, a menos que haja um recurso solicitando a votação no Plenário do Senado. Outros oito projetos que tratam de temas semelhantes poderão ser considerados prejudicados em decorrência desta proposta.
Ampliação dos Direitos dos Usuários de Planos de Saúde
Além da proteção aos aposentados, a CAS também irá discutir propostas que visam garantir mais direitos aos usuários de planos de saúde. Um exemplo significativo é o Projeto de Lei 2.036/2024, apresentado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES).
Proibição de Rescisão Unilateral
Este projeto estabelece que planos e seguros privados de assistência à saúde não poderão rescindir unilateralmente contratos de idosos ou pessoas com deficiência. Atual legislação permite que planos coletivos suspendam vínculos sem justificativa, criando insegurança para beneficiários.
O senador Contarato argumenta que a possibilidade de rescisão “aprofunda a vulnerabilidade de grupos que mais necessitam desse tipo de serviço”.
O relator Paulo Paim (PT-RS) também focou em ampliar a proteção, propondo a proibição de cancelamentos de contratos durante tratamentos médicos contínuos. A proposta reforça o compromisso com a saúde e bem-estar dos cidadãos, especialmente nas faixas etárias mais vulneráveis.
Próximos Passos
Se aprovada pela CAS, essa matéria seguirá para a Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) para uma análise mais aprofundada.
Direitos dos Motoristas de Aplicativos
Outro ponto em pauta é a proposta que visa garantir direitos para motoristas de aplicativos. O Projeto de Lei 4.437/2019, de autoria do ex-senador Siqueira Campos (TO), busca estender benefícios tributários e de mobilidade para esses profissionais, similar ao que já é oferecido aos taxistas.
Benefícios Propostos para Motoristas
Os motoristas de aplicativo cadastrados há pelo menos dois anos teriam direito à isenção de impostos na compra de veículos e acesso a vagas em estacionamentos públicos e privados, além de direito de transitar em vias especiais destinadas a táxis.
A relatora Ana Paula Lobato (PDT-MA) manifestou apoio à proposta, mas sugeriu a retirada do artigo que garante vagas em estacionamento e acesso a vias especiais por questões de execução prática.
“O tratamento tributário distinto entre taxistas e motoristas autônomos desrespeita o princípio constitucional da isonomia tributária,” defende Lobato.
Análise e Votação Futura
Uma vez aprovada, a proposta será enviada à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para mais discussões e deliberações.
Considerações Finais
A retomada dos trabalhos da Comissão de Assuntos Sociais traz à tona questões cruciais para diferentes setores da sociedade. Projetos que buscam proteger aposentados, usuários de planos de saúde e motoristas de aplicativos refletem uma tentativa de garantir direitos e justiça social em um contexto desafiador. A aprovação dessas propostas pode representar um avanço significativo nas proteções legais dos cidadãos, especialmente dos mais vulneráveis.
A participação dos cidadãos no acompanhamento dessas propostas é imprescindível. Assim, recomenda-se que os interessados acompanhem os desdobramentos legislativos e se mobilizem em prol de uma sociedade mais justa e igualitária.
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