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Empresas de ônibus baianas anunciam fechamento em novembro
Fechamento de Empresas de Ônibus Afeta Mais de 100 Cidades na Bahia
Duas grandes empresas de transporte rodoviário, a Viação Regional e Viação Jauá, anunciaram o fechamento de suas operações em mais de 100 cidades da Bahia. O comunicado oficial foi feito no último sábado, 2 de setembro, em suas redes sociais. A partir do dia 1º de novembro, as companhias deixarão de operar, mas a razão específica para a decisão ainda não foi divulgada.
Situação das Empresas de Ônibus
As duas empresas são importantes para a mobilidade de milhares de baianos, oferecendo serviços de transporte em diversas regiões do estado. O fechamento impactará não apenas os passageiros que dependem dos serviços dessas empresas, mas também toda a infraestrutura de transporte nas cidades atendidas.
No anúncio, as empresas informaram que, após sua saída de operação, haverá um repasse de atividades para outras companhias, embora os nomes dessas empresas não tenham sido revelados. Essa transição pode gerar incertezas sobre a continuidade dos serviços e a qualidade do transporte oferecido.
A Reação do Público
Os usuários têm expressado sua preocupação nas redes sociais. Muitos comentaram sobre a importância das empresas para o cotidiano das comunidades, ressaltando que o fechamento pode criar lacunas no serviço de transporte nas regiões afetadas.
“É um grande golpe para quem depende do ônibus para trabalhar e estudar”, afirmou um usuário em uma postagem. Essa situação destaca a fragilidade do setor de transporte na Bahia e levanta questões sobre a sustentabilidade e a viabilidade econômica das empresas de ônibus.
O Que Esperar?
A previsão é que as operações assumidas por outras companhias sejam uma alternativa para minimizar o impacto da saída da Viação Regional e Viação Jauá. No entanto, a falta de informações sobre quem irá assumir os serviços gera incerteza entre os usuários.
Enquanto não se esclarece a situação, os usuários são aconselhados a acompanhar as notícias locais e consultar frequentemente as plataformas de transporte para obter informações atualizadas sobre o que poderá acontecer nas próximas semanas.
Impacto na Mobilidade da Bahia
Este fechamento não é um evento isolado. O setor de transporte tem enfrentado desafios significativos nos últimos anos, incluindo a pandemia de COVID-19, que afetou a demanda e a operação de empresas de ônibus em todo o Brasil. A saída de duas empresas desse porte levanta preocupações sobre a acessibilidade e a qualidade do transporte público na Bahia.
As autoridades locais e estaduais podem precisar intervir para garantir que a população não fique sem opções viáveis de transporte. Uma solução proativa seria a criação de subsídios ou incentivos para outras empresas entrarem no mercado e oferecerem serviços.
O Que Este Fechamento Representa
O fechamento de empresas de ônibus na Bahia não é apenas uma questão de logística. Envolve aspectos econômicos, sociais e de mobilidade. Ao longo dos anos, as empresas de ônibus estabeleceram uma relação de confiança com os usuários, e sua saída repentina mereceria um plano de transição mais estruturado.
O elo que une as comunidades à mobilidade urbana pode ser quebrado em virtude da falta de transparência na comunicação das empresas e das autoridades. A falta de um plano claro pode resultar em um aumento da dependência de transporte alternativo, como serviços de aplicativos ou veículos particulares, que nem sempre são acessíveis a todos.
Conclusão
Diante do anunciado fechamento das Viação Regional e Viação Jauá, é indispensável que as autoridades, juntamente com outras empresas de transporte, se mobilizem rapidamente para garantir alternativas para a população baiana. A situação exige uma análise crítica dos desafios enfrentados no setor e uma discussão sobre a importância de garantir um serviço de transporte público eficiente e acessível.
Enquanto isso, os usuários devem permanecer informados e adaptáveis, buscando alternativas que atendam suas necessidades de transporte. O futuro do setor de ônibus na Bahia, assim como a qualidade da mobilidade urbana das cidades afetadas, depende da colaboração de todos os envolvidos.
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Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado
Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.
Necessidade do Debate
A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.
Violência Contra Jovens
Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.
Convidados para o Debate
Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:
- Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
- Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
- Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
- Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
- Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
- Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC
Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.
Interatividade e Participação Cidadã
A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.
Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.
A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.
A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.
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Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.
Aprovação da nova composição do CCS
A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.
Estrutura e atribuições do CCS
O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:
- Empresas de rádio e televisão
- Imprensa escrita
- Profissionais de cinema
- Engenheiros e cientistas da comunicação
- Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil
O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.
A nova liderança do CCS
Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.
Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”
Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.
Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?
Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:
Empresas de Rádio
- Titular: Flávio Lara Resende
- Suplente: Guliver Augusto Leão
Empresas de Televisão
- Titular: Samir Nobre Maia
- Suplente: Fernando Justus Fischer
Imprensa Escrita
- Titular: Rafael Menin Soriano
- Suplente: Júlio César Vinha
Comunicação Social
- Titular: Valderez Donzelli
- Suplente: Olímpio José Franco
Jornalistas
- Titular: Samira de Castro
- Suplente: Paulo Zocchi
Radialistas
- Titular: Fernando Cabral
- Suplente: Ricardo Ortiz
Artistas
- Titular: Ana Flávia Cabral
- Suplente: Débora Duboc
Cinema e Vídeo
- Titular: Caio Loures
- Suplente: Sonia Santana
Sociedade Civil
- Titular: Rita Freire
- Suplente: Ramênia Vieira
Presença de representantes da sociedade civil
Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.
Implicações para o futuro da comunicação no Brasil
A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.
É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.
A importância do CCS na comunicação social
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.
Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.
A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.
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Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte
Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.
Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023
Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.
O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023
A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.
Racionalidade da Proposta
Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.
Implicações para o Comércio Local
O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.
Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio
As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.
Investigação do Banco Master
Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.
Objetivo da Investigação
Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.
O Que Esperar da Reunião da CAE
A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.
As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.
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