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IFI destaca papel da imprensa em novo comentário publicado

O Papel da Imprensa na Transparência da Instituição Fiscal Independente

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O Papel da Imprensa na Transparência da Instituição Fiscal Independente

Na última sexta-feira, 20 de março de 2026, a Instituição Fiscal Independente (IFI) divulgou o Comentário da IFI nº 25, destacando a ampla cobertura da imprensa em relação às suas atividades. Ao longo de 2025, a equipe de comunicação da IFI registrou impressionantes 2.109 menções nos mais diversos meios de comunicação, incluindo jornais, sites, emissoras de TV, rádios e plataformas digitais. Este número substancial inclui reportagens, artigos, análises, entrevistas e editoriais que evidenciam a relevância da IFI no debate fiscal brasileiro.

A Importância da Comunicação na IFI

Transparência e Acesso à Informação

O documento publicado enfatiza a necessidade de uma comunicação eficaz, reforçando a relevância de três dos 22 princípios estabelecidos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no “Relatório sobre a Implementação da Recomendação da OCDE sobre Princípios para Instituições Fiscais Independentes”. Estes princípios são:

  1. Acesso à Informação
  2. Transparência
  3. Comunicação

Esses aspectos são fundamentais para garantir que a sociedade compreenda as atividades da IFI, permitindo um melhor acompanhamento das questões fiscais e orçamentárias.

Declarações do Diretor-Executivo

O diretor-executivo da IFI, Marcus Pestana, ressaltou a importância dessa publicação como um meio de dar transparência às ações da instituição e reconhecer o papel vital da imprensa na disseminação de informações.

Estamos comprometidos em manter a transparência do nosso trabalho, e a imprensa é essencial para isso. Os jornalistas desempenham um papel crucial na divulgação das nossas projeções, análises e alertas para a sociedade,” afirmou Pestana.

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Agradecimento aos Profissionais da Imprensa

Marcus Pestana também expressou sua gratidão ao trabalho dos jornalistas, destacando que a capacidade da IFI de se comunicar de forma eficaz deve-se, em grande parte, ao comprometimento e à seriedade dos profissionais de comunicação.

Comemoramos, neste início de 2026, o resultado da IFI na mídia. Nossa equipe técnica é de alto nível e são os jornalistas que ajudam a trazer nossas análises para o conhecimento do público,” concluiu o diretor.

O Panorama da Comunicação Fiscal no Brasil

A Relação entre IFI e Imprensa

A comunicação entre a IFI e a imprensa exemplifica como instituições fiscais podem se beneficiar ao manter um diálogo aberto e colaborativo com os meios de comunicação. Este relacionamento não apenas aumenta a visibilidade da IFI, mas também fortalece a confiança pública nas previsões e análises elaboradas pela instituição.

Crescimento das Mídias Digitais

A ascensão das mídias digitais também contribuiu enormemente para o aumento nas menções à IFI. Com as redes sociais e blogs, a disseminação de informações tornou-se mais rápida e acessível. Essa evolução no panorama midiático permite que as novidades sobre ações, projeções e recomendações da IFI cheguem a um público ainda mais amplo.

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Impacto da Comunicação na Opinião Pública

A comunicação da IFI está intrinsecamente ligada à formação da opinião pública sobre as políticas fiscais. Através de uma cobertura diversificada e acessível, a imprensa desempenha um papel crucial na conscientização sobre temas fiscais que impactam a sociedade brasileira.

A constante interação entre a Instituição Fiscal Independente e a imprensa não apenas enriquece o debate sobre questões fiscais, mas também promove a transparência e a confiança necessárias na relação entre governo e sociedade. A publicação do Comentário nº 25 serve como um lembrete do impacto positivo que uma comunicação clara e eficaz pode ter no fortalecimento das instituições e na promoção do bem-estar público.

À medida que a IFI continua a desempenhar seu papel vital na supervisão das finanças públicas, o reconhecimento do trabalho da imprensa mostra que o sucesso de uma instituição não é apenas medido por seus números, mas também por sua capacidade de comunicar-se abertamente e de forma eficaz com a população. Assim, tanto a IFI quanto a imprensa têm a responsabilidade de continuar a construir uma relação que beneficie toda a sociedade, promovendo um ambiente de transparência e responsabilidade fiscal.

O acompanhamento ativo das publicações da IFI e a participação da imprensa são fundamentais para garantir que a população esteja sempre bem informada sobre os assuntos fiscais que impactam suas vidas diretamente.

Equipe responsável pela curadoria e publicação das principais notícias no Fórum 360. Nosso compromisso é informar com agilidade, clareza e responsabilidade.

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Senado discute regulamentação do uso medicinal da cannabis

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Senado Pode Votar Projeto de Regulamentação da Cannabis Medicinal em Fevereiro

Nos próximos meses, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado (CRA) deve retomar suas atividades com a análise de diversos projetos relevantes para o setor agrícola. Um dos principais temas a ser discutido é o PL 5.511/2023, que visa regulamentar o uso medicinal de produtos derivados da cannabis. Esta proposta, de autoria da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), promete estabelecer um marco legal para a indústria, abrangendo normas sobre cultivo, produção, importação e comercialização da planta e seus derivados, tanto para uso humano quanto veterinário.

Marco Legal para a Cannabis Medicinal

O projeto apresentado pela senadora Gabrilli estabelece diretrizes claras sobre a produção de cannabis, exigindo autorização prévia da autoridade federal competente para a sua comercialização. A proposta é voltada não apenas para usuários da substância, mas também para associações sem fins lucrativos que auxiliam pacientes e produtores que atendem aos requisitos legais.

Após dois anos desde sua apresentação, o projeto de lei recebeu um relatório favorável e está pronto para votação na CRA. A relatora, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), ressaltou a importância de determinadas diretrizes que definem parâmetros técnicos relacionados ao cultivo de cannabis, como limites de THC (tetrahidrocanabinol) e exigências de licenciamento.

Segurança e Controle na Produção

Para garantir que a produção autorizada não seja desviada para o mercado ilícito, a relatora propõe a aprovação do projeto na forma de um substitutivo. Esse substitutivo inclui mecanismos de controle rigorosos, como a cota de cultivo, que limita a produção à demanda legítima com prescrição médica. Outro ponto destacado é a necessidade de um plano de segurança que compreenda exigências de georreferenciamento, videomonitoramento e controle rigoroso de acesso às áreas de cultivo.

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Oportunidade para Agroindústria

A senadora Dorinha não vê apenas uma questão de saúde pública na regulamentação da cannabis medicinal, mas também uma oportunidade para impulsionar a agroindústria brasileira. Segundo ela, a cannabis pode se inserir como uma cultura de ciclo curto, favorável à rotação de lavouras, com aplicações em diversas áreas, como fibras têxteis e insumos medicinais.

Dorinha observa que países como Canadá, EUA e China já estão explorando este mercado, reconhecendo seu potencial econômico e ambiental. A senadora acredita que as condições climáticas do Brasil, aliadas à expertise em pesquisa agropecuária, oferecem uma vantagem competitiva nesse setor, desde que haja segurança jurídica para o cultivo.

“Estamos falando de uma oportunidade concreta de diversificação produtiva, com geração de renda no campo e inovação tecnológica”, afirmou Dorinha durante a reunião da CRA.

Outros Projetos em Análise na CRA

Além do PL 5.511/2023, a CRA tem uma série de outros projetos que aguardam votação. Entre eles:

  • PL 1/2024: Proposta do senador Laércio Oliveira (PP-SE) que busca estimular a produção agrícola familiar nas escolas, exigindo pelo menos 30% de alimentos provenientes dessa fonte.
  • PL 977/2025: Iniciativa do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que estabelece regras para busca e apreensão de maquinário agrícola.
  • PL 1.348/2024: Projeto da ex-senadora Janaína Farias (CE) para incentivar o uso de bioinsumos na agricultura.
  • PL 1.851/2024: Legislação do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) responsável por regular o licenciamento ambiental de empreendimentos aquícolas.
  • PL 3.591/2019: Proposta do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) que reduz a carga da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) sobre o calcário agrícola.
  • PL 4.206/2023: Projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) que visa promover hortas comunitárias em escolas e unidades de assistência social.
  • PL 3.784/2024: Iniciativa do ex-senador Bene Camacho (MA) que caracteriza a prestação de serviços ambientais como atividade rural para fins de apuração do Imposto sobre a Renda.
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Conclusão e Implicações para o Futuro

A discussão sobre a regulamentação da cannabis medicinal no Brasil representa um passo significativo na direção de uma nova abordagem em relação às políticas de saúde, segurança e desenvolvimento econômico. As propostas em análise na CRA têm o potencial de não apenas melhorar a qualidade de vida de muitos pacientes, mas também de alavancar a agroindústria, promovendo inovações e a diversificação da produção agrícola.

Neste contexto, fica evidente a importância de se criar um marco regulatório robusto que não apenas atenda às necessidades de saúde da população, mas que também assegure um ambiente seguro e propício para novas iniciativas agroindustriais. O avanço desse projeto pode inspirar outros países a adotar políticas semelhantes, contribuindo para uma mudança significativa no cenário agrícola nacional e internacional.

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Senadores e deputados contestam vetos de Lula ao Orçamento 2026

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Senado e Câmara Contestam Vetos de Lula ao Orçamento de 2026

Uma recente análise técnica das Consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara dos Deputados coloca em questão os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Orçamento de 2026. A nota técnica, que reconhece um total de R$ 119,7 milhões em emendas parlamentares, traz à luz debates cruciais sobre a alocação de recursos públicos e as decisões do Executivo.

Contexto do Orçamento de 2026

Sanção da Lei Orçamentária

A Lei Orçamentária de 2026, sancionada em 14 de janeiro, contou com 22 dispositivos vetados pelo Poder Executivo. Os vetos representam, ao todo, R$ 393,7 milhões em emendas que foram propostas por senadores e deputados. Esses valores e projetos são essenciais para a execução de políticas públicas, especialmente em áreas de saúde e infraestrutura.

Objetivo da Nota Técnica

Apesar de não ter um caráter decisório, a análise técnica busca fornecer subsídios que ajudem os congressistas a avaliar os vetos presidenciais com qualidade e precisão. A nota destaca que as razões apresentadas pelo governo para justificar alguns vetos não são consideradas pertinentes do ponto de vista técnico e jurídico.

Detalhes dos Vetos Questionados

Agricultura Irrigada no Nordeste

Um dos dispositivos vetados destina R$ 30,4 milhões a projetos de agricultura irrigada no Nordeste. De acordo com os consultores, o veto pode ocasionar um descumprimento da regra constitucional, que exige a aplicação mínima de 50% dos recursos de irrigação na região. Essa questão é fundamental, visto que a irrigação é um elemento estratégico para o desenvolvimento econômico do Nordeste brasileiro.

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Saúde e Atenção Hospitalar

Dois outros vetos questionados envolvem um total de R$ 89,1 milhões destinados a áreas de atenção hospitalar e saúde primária. O Poder Executivo justificou que as programações seriam reservadas para emendas com destinações específicas. No entanto, os consultores afirmam que o argumento não se sustenta, uma vez que as dotações alegadamente livres não podem ser indicadas pelos parlamentares.

Escola de Sargentos do Exército

O último veto considerado não pertinente refere-se a R$ 100 mil destinados à implantação da Escola de Sargentos do Exército em Recife. Essa proposta poderia contribuir para a formação de novos profissionais e o fortalecimento das capacidades do Exército, mas foi rejeitada pela justificativa do governo.

Concordâncias e Divergências

Pontos Pertinentes

A nota técnica também reconheceu a validade dos argumentos apresentados pelo Poder Executivo em relação a outros 18 vetos. Segundo o governo, aqueles dispositivos ferem a Lei Complementar 210 de 2024, que estabelece critérios para alterações no Orçamento, como a necessidade de que as modificações não tenham destinatário específico e sejam de interesse nacional.

Implicações para os Estados

Diversas emendas vetadas destinavam recursos para ações de saúde em estados específicos, assim como investimentos em infraestrutura. Um exemplo notável é a reserva de R$ 7,5 milhões para a Universidade Federal do Delta do Parnaíba, no Piauí, além de dotações para assistência hospitalar em estados como Amapá, Tocantins, Ceará, Paraíba, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

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A Relevância da Liberação de Recursos

Os vetos do presidente não apenas impactam a execução de políticas públicas em saúde e educação, mas também afetam diretamente o desenvolvimento regional e a capacidade dos estados de atender às suas demandas. A alocação desses recursos geralmente é resultado de um processo democrático, onde as necessidades locais são levadas em conta.

Rumos do Orçamento e a Participação Popular

A análise apresentada pelas Consultorias de Orçamento destaca a importância da transparência e da legitimidade nas decisões governamentais relacionadas ao orçamento. À medida que o Congresso avalia a manutenção ou a derrubada dos vetos, é essencial que a população esteja atenta e consciente das implicações que essas decisões têm sobre a vida cotidiana, especialmente nas áreas de saúde e desenvolvimento regional.

Essa atenção cidadã, aliada ao empenho dos parlamentares, é crucial para garantir que os recursos públicos sejam geridos de maneira efetiva e que os interesses da sociedade sejam priorizados. Com a política orçamentária em constante realinhamento, o papel do legislativo torna-se cada vez mais vital para a construção de um Brasil mais justo e equitativo.

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Jornalista Mayra Cunha morre aos 49 anos no Recife

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Luto no Senado: Falece a jornalista Mayra Cunha, referência em comunicação cultural

Na madrugada desta quinta-feira (02), o cenário da comunicação pública no Brasil perdeu uma das suas notáveis figuras. A jornalista Mayra Cunha, que atuava na Secretaria de Comunicação (Secom) do Senado, faleceu aos 49 anos no Recife. Natural de Brasília, Mayra dedicou mais de 20 anos de sua vida ao serviço público, onde se destacou por sua paixão pela cultura e pela comunicação.

Carreira e Contribuições no Senado

Mayra Cunha iniciou sua trajetória no Senado como funcionária contratada da TV Senado. Desde 2009, ela era servidora concursada e fez sua marca em várias frentes de comunicação, incluindo a Agência Senado e a Rádio Senado. Ultimamente, ocupava a Coordenação de Visitação na Secretaria de Relações Públicas, onde teve um papel fundamental na divulgação de projetos culturais.

Inovadora na Comunicação Cultural

Com formação em jornalismo e publicidade, Mayra teve uma carreira marcada por inovações. Entre suas muitas contribuições, destaca-se sua participação como editora na Agência Senado, onde trabalhou de agosto de 2018 até abril de 2023. Em sua jornada, também se dedicou ao Programa “Autores e Livros”, apresentando a coluna “Livro de Cabeceira”, onde compartilhava suas resenhas literárias.

“Ela tinha uma consciência grande da comunicação pública, da importância de se engajar com o setor cultural e fomentar a cultura”, destacou Luciana Rodrigues, diretora da Secom.

Luto e Homenagens

Mayra estava em Pernambuco para celebrar o aniversário de uma amiga quando foi internada com um quadro severo de pneumonia. Durante sua ausência, a tristeza tomou conta do ambiente de trabalho, e colegas expressaram sua dor e gratidão pela contribuição que Mayra trouxe ao setor.

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Frases que Resumem a Perda

A diretora da Secom, Luciana Rodrigues, expressou que o luto é pela perda de uma “personalidade vívida, falante e alegre”. Andrea Valente, ex-diretora da Secretaria de Relações Públicas e madrasta de Mayra, comentou que ela “era uma fonte de alegria de viver, muito intensa”.

Vida Pessoal e Cultural

Mayra não se limitava à sua atuação no Senado. Ela era uma presença ativa no meio cultural de Brasília, organizando eventos e promovendo discussões literárias. Recentemente, ela estava à frente do Clube de Leitura da Livraria Oto Reifschneider, que completou um ano de atividades. O seu blog, “Milk Shake”, focado no comportamento feminino, foi uma inovação em sua época, refletindo seu espírito pioneiro.

Amizades e Relacionamentos

Seus amigos a descrevem como uma pessoa alegre, autêntica e profundamente comprometida com os que a cercavam. O jornalista Mauricio Muller, amigo de longa data, relatou que ela era uma pessoa que sabia ouvir e oferecer consolo, sempre pronta para compartilhar risadas e momentos significativos. Ela deixou uma marca indelével na vida de todos que a conheceram.

“As relações eram sempre delicadas e cuidadosas; sua capacidade de se conectar com as pessoas era admirável”, afirmou Muller.

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Compromisso Profissional e Legado

Mayra Cunha vai ser lembrada não só como uma talentosa profissional, mas também como uma amiga leal. Professores, colegas e amigos a elogiaram não apenas por suas habilidades técnicas, mas também por seu caráter ético e generoso. “Ela levou o trabalho a sério e tinha uma grande capacidade de aproximar as pessoas”, destacou Andrea Valente.

Luciana Barreto, professora da Universidade de Brasília (UnB) e amiga íntima, também compartilhou suas lembranças, descrevendo Mayra como “a própria personificação da velocidade, da alegria, da vibração”.

Futuro Sem Mayra

A sua perda provocou reflexões sobre o papel da comunicação cultural no serviço público, destacando a importância de profissionais apaixonados e competentes no setor. O legado de Mayra Cunha será mantido em riqueza de conteúdo e em atitudes que inspiraram tantos.

Reflexões para o Futuro

A morte de Mayra Cunha é uma lembrança da importância de valorizar o trabalho e a dedicação de profissionais no campo da comunicação pública. Sua vida e carreira exemplificaram o compromisso com a cultura e a educação, e seu exemplo perdurará entre aqueles que a conheceram e trabalharam com ela. A perda dela deve servir como um chamado à valorização do trabalho de comunicação cultural em instituições públicas, ressaltando que esse setor é essencial para a promoção da arte e do conhecimento na sociedade contemporânea.

O legado de Mayra, como uma profissional dedicada e uma amiga generosa, permanecerá vivo na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

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