Conecte-se Conosco
 

Geral

Gás do Povo: nova política beneficia famílias de baixa renda

Gás do Povo: Nova Política Pública Para Acesso ao Gás de Cozinha

Publicado

em

Gás do Povo: Nova Política Pública Para Acesso ao Gás de Cozinha

O cenário atual no Brasil está em transformação com a implantação de uma nova política pública destinada a famílias de baixa renda: o programa Gás do Povo. A iniciativa, que promove o acesso ao gás de cozinha, está regulamentada pela Medida Provisória (MP) 1.313/2025, publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira, dia 4. Essa mudança não apenas reformula um programa anterior, como também amplia os benefícios visando atender uma camada maior da população vulnerável.

O Que Mudou com o Gás do Povo

O Gás do Povo substitui o antigo programa, conhecido como Gás dos Brasileiros, instituído pela Lei 14.237, de 2021. A nova medida traz como principal inovação a inclusão de uma modalidade que possibilita a retirada gratuita do botijão de GLP (gás liquefeito de petróleo) em revendedores credenciados. Essa decisão visa facilitar o acesso das famílias em situação de vulnerabilidade às necessidades básicas de cozinha.

Ampliação de Famílias Beneficiadas

Outro ponto relevante da MP 1.313 é a ampliação do número de famílias que poderão ser atendidas pelo programa. O Gás do Povo possibilita que mais brasileiros, especialmente aqueles que se encontram em condição de pobreza, tenham acesso ao gás de cozinha. O Brasil possui cerca de 5,6 milhões de famílias que atualmente recebem auxílio, mas o governo tem a meta de incrementar esse número para 15,5 milhões até março do próximo ano.

Modalidades de Acesso ao Gás de Cozinha

O Gás do Povo oferece duas modalidades principais que visam atender as necessidades das famílias de baixa renda. As modalidades são:

1. Modalidade de Retirada Gratuita

A modalidade de retirada gratuita é um novo recurso que permite que famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com uma renda per capita de até meio salário mínimo, tenham acesso ao botijão de gás sem custos. As famílias que recebem o Bolsa Família, e que tenham uma renda per capita inferior a R$ 218, terão prioridade.

Leia Também:  Senador Hamilton Mourão é escolhido para comissão de inteligência

Cotas por Família

A quantidade de botijões disponíveis para cada família varia conforme o número de integrantes. Assim, temos:

  • Famílias com dois integrantes podem retirar até três botijões por ano.
  • Famílias com três integrantes podem acessar até quatro botijões anualmente.
  • Famílias com quatro ou mais integrantes têm direito a até seis botijões durante o ano.

É importante ressaltar que o acesso ao botijão não será cumulativo entre períodos sucessivos e valerá por um prazo máximo de seis meses.

2. Modalidade de Transferência de Recursos

Semelhante ao programa anterior, essa modalidade consiste no repasse de recursos financeiros às famílias de baixa renda, sendo os valores correspondentes a no mínimo 50% do preço médio do botijão de gás. As famílias beneficiar-se-ão de uma dessas opções, não sendo permitido o acesso a ambas simultaneamente.

Financiamento e Orçamento

A sustentabilidade da nova política pública está garantida por um modelo de financiamento que envolve repasses diretos à Caixa Econômica Federal, tanto pela União quanto por estados e municípios, que poderão firmar termos de adesão ao programa. O orçamento previsto para o auxílio em 2026 é de R$ 5,1 bilhões, com o objetivo de garantir a gratuidade dos botijões e a nova modalidade de auxílio.

Além disso, o governo pretende iniciar a operacionalização da modalidade de gratuidade ainda neste ano, utilizando recursos já existentes no orçamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Leia Também:  Temporal em Ponta Grossa: Cobertura de Escola Desaba e Causas de Danos Estruturais

Expectativas do Governo e Impacto Social

A expectativa do governo é que, com a execução do Gás do Povo, o número de famílias beneficiadas cresça exponencialmente. A proposta do programa é não apenas melhorar a qualidade de vida de milhões de brasileiros, mas também reduzir a pressão econômica que o preço do gás de cozinha representa para as famílias de baixa renda.

Segundo dados, diversas famílias têm enfrentado dificuldades em arcar com os custos do gás, o que compromete a alimentação e, por consequência, a saúde da população. Com a ampliação do programa, espera-se não apenas um aumento no número de beneficiados, mas também uma melhoria nas condições de vida das famílias atendidas.

Conclusão

A implementação do Gás do Povo representa uma significativa mudança nas políticas públicas brasileiras, especialmente no que tange ao acesso ao gás de cozinha. Com duas modalidades de apoio e a intenção de aumentar drasticamente o número de famílias atendidas, o governo busca minimizar os impactos da crise econômica e assegurar que todos tenham acesso a recursos essenciais.

Esse programa pode transformar radicalmente a vida de milhões de brasileiros, proporcionando dignidade e segurança alimentar. Assim, uma abordagem centrada no bem-estar social é não apenas desejável, mas necessária, especialmente neste momento crítico de nossa sociedade. A expectativa é que o Gás do Povo se consolide como uma política efetiva e sustentável, que possa servir como modelo para futuras iniciativas de suporte às populações mais vulneráveis do Brasil.

Equipe responsável pela curadoria e publicação das principais notícias no Fórum 360. Nosso compromisso é informar com agilidade, clareza e responsabilidade.

Continue Lendo
💬 Dê sua nota e comente
0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Geral

Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado

Publicado

em

Por

Audiência Pública da CDH Aborda Direitos de Crianças e Adolescentes

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.

Necessidade do Debate

A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.

Violência Contra Jovens

Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.

Leia Também:  Incêndio atinge loja em shopping de São José, SC, mas é controlado

Convidados para o Debate

Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:

  • Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
  • Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
  • Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
  • Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
  • Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC

Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.

Interatividade e Participação Cidadã

A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.

Leia Também:  Laércio Oliveira é eleito vice-presidente da CAE por aclamação

Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.

A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.

A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.

Continue Lendo

Geral

Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social

Publicado

em

Por

Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional é instalado com novos membros

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.

Aprovação da nova composição do CCS

A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.

Estrutura e atribuições do CCS

O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:

  • Empresas de rádio e televisão
  • Imprensa escrita
  • Profissionais de cinema
  • Engenheiros e cientistas da comunicação
  • Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil

O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.

A nova liderança do CCS

Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.

Leia Também:  Isenção de IR para quem ganha até R$ 5.000 é votada hoje

Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”

Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.

Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?

Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:

Empresas de Rádio

  • Titular: Flávio Lara Resende
  • Suplente: Guliver Augusto Leão

Empresas de Televisão

  • Titular: Samir Nobre Maia
  • Suplente: Fernando Justus Fischer

Imprensa Escrita

  • Titular: Rafael Menin Soriano
  • Suplente: Júlio César Vinha

Comunicação Social

  • Titular: Valderez Donzelli
  • Suplente: Olímpio José Franco

Jornalistas

  • Titular: Samira de Castro
  • Suplente: Paulo Zocchi

Radialistas

  • Titular: Fernando Cabral
  • Suplente: Ricardo Ortiz

Artistas

  • Titular: Ana Flávia Cabral
  • Suplente: Débora Duboc

Cinema e Vídeo

  • Titular: Caio Loures
  • Suplente: Sonia Santana

Sociedade Civil

  • Titular: Rita Freire
  • Suplente: Ramênia Vieira

Presença de representantes da sociedade civil

Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.

Leia Também:  Senado define emendas para Lei de Diretrizes Orçamentárias 2026

Implicações para o futuro da comunicação no Brasil

A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.

É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.

A importância do CCS na comunicação social

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.

Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.

A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.

Continue Lendo

Geral

Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte

Publicado

em

Por

Comissão de Assuntos Econômicos Deve Analisar Projeto de Lei sobre Isenção Tributária para ALCs

Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.

Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023

Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.

O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023

A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.

Racionalidade da Proposta

Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.

Leia Também:  Passaporte brasileiro avança para 16º lugar no ranking global

Implicações para o Comércio Local

O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.

Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio

As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.

Investigação do Banco Master

Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.

Objetivo da Investigação

Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.

Leia Também:  Laércio Oliveira é eleito vice-presidente da CAE por aclamação

O Que Esperar da Reunião da CAE

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.

As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.

Continue Lendo

Recomendados

MAIS LIDAS

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x