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Startup de inclusão financeira nos Estados Unidos recebe aporte da Bossa Invest e de João Kepler

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Uma nova iniciativa promete revolucionar a vida financeira de imigrantes brasileiros e Latinos nos Estados Unidos. A startup Monkey Money, fundada por brasileiros e com sede na Filadélfia, recebeu um importante aporte da Bossa Invest e do investidor João Kepler. A fintech nasce com o propósito de oferecer soluções acessíveis, descomplicadas e voltadas para as necessidades reais de quem vive fora do Brasil.

O aplicativo Monkey Money oferece uma conta digital de fácil abertura, utilizando apenas o passaporte brasileiro e um endereço nos EUA. Além disso, disponibiliza um cartão de débito Mastercard com liberação imediata, transferências instantâneas para o Brasil e movimentações gratuitas entre contas Monkey Money em território americano, tudo isso sem a burocracia e as taxas abusivas que ainda dificultam o dia a dia financeiro dos imigrantes.

A proposta da fintech chamou a atenção da Bossa Invest, uma das Venture Capital mais ativas da América Latina, e da Equity Fund Group, liderada por João Kepler. O apoio financeiro e estratégico dessas instituições reforça a credibilidade do projeto, que já apresenta forte aderência entre os usuários e tração inicial promissora.

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Simone Salgado empreende há mais de 20 anos nos EUA.

Para investidores visionários, o Monkey Money representa uma rara combinação de impacto social e alto potencial de retorno. A solução atende um público historicamente negligenciado pelos bancos tradicionais, mais de 2,1 milhões de brasileiros nos Estados Unidos e oferece um modelo de negócio escalável, com possibilidades reais de expansão para outras comunidades brasileiras ao redor do mundo.

A plataforma se destaca por unir tecnologia intuitiva, propósito claro e um forte senso de comunidade. Com base em valores como acessibilidade, inclusão e inovação, a fintech não apenas resolve problemas práticos, mas também fortalece a autonomia financeira de seus usuários. É um passo relevante rumo à democratização dos serviços financeiros no exterior.

O investimento é parte da rodada de captação que está em andamento, com o objetivo de acelerar o crescimento da startup, expandir funcionalidades e ampliar sua base de clientes. Para quem busca investir em equity em um negócio digital com propósito, o Monkey Money se apresenta como uma oportunidade sólida e conectada às tendências globais de fintechs com impacto e vocação social.

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Com liderança feminina à frente, representada por Simone Salgado empresária com mais de 25 anos de experiência internacional no setor de câmbio, o Monkey Money surge não apenas como um produto financeiro, mas como um movimento transformador para brasileiros no exterior.

Os interessados em conhecer mais sobre o projeto ou avaliar possibilidades de investimento podem acessar o site www.monkeymoneyapp.com ou entrar em contato diretamente com a fundadora da startup por e-mail: contact@monkeymoneyapp.com

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Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado

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Audiência Pública da CDH Aborda Direitos de Crianças e Adolescentes

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.

Necessidade do Debate

A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.

Violência Contra Jovens

Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.

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Convidados para o Debate

Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:

  • Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
  • Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
  • Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
  • Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
  • Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC

Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.

Interatividade e Participação Cidadã

A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.

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Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.

A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.

A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.

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Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social

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Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional é instalado com novos membros

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.

Aprovação da nova composição do CCS

A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.

Estrutura e atribuições do CCS

O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:

  • Empresas de rádio e televisão
  • Imprensa escrita
  • Profissionais de cinema
  • Engenheiros e cientistas da comunicação
  • Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil

O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.

A nova liderança do CCS

Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.

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Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”

Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.

Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?

Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:

Empresas de Rádio

  • Titular: Flávio Lara Resende
  • Suplente: Guliver Augusto Leão

Empresas de Televisão

  • Titular: Samir Nobre Maia
  • Suplente: Fernando Justus Fischer

Imprensa Escrita

  • Titular: Rafael Menin Soriano
  • Suplente: Júlio César Vinha

Comunicação Social

  • Titular: Valderez Donzelli
  • Suplente: Olímpio José Franco

Jornalistas

  • Titular: Samira de Castro
  • Suplente: Paulo Zocchi

Radialistas

  • Titular: Fernando Cabral
  • Suplente: Ricardo Ortiz

Artistas

  • Titular: Ana Flávia Cabral
  • Suplente: Débora Duboc

Cinema e Vídeo

  • Titular: Caio Loures
  • Suplente: Sonia Santana

Sociedade Civil

  • Titular: Rita Freire
  • Suplente: Ramênia Vieira

Presença de representantes da sociedade civil

Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.

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Implicações para o futuro da comunicação no Brasil

A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.

É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.

A importância do CCS na comunicação social

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.

Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.

A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.

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Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte

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Comissão de Assuntos Econômicos Deve Analisar Projeto de Lei sobre Isenção Tributária para ALCs

Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.

Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023

Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.

O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023

A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.

Racionalidade da Proposta

Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.

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Implicações para o Comércio Local

O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.

Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio

As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.

Investigação do Banco Master

Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.

Objetivo da Investigação

Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.

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O Que Esperar da Reunião da CAE

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.

As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.

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