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Educação

Janguiê Diniz toma posse como diretor-presidente da ABMES

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Janguiê Diniz toma posse como diretor-presidente da ABMES

Chapa Autonomia e Ação assume o comando da ABMES com foco em fortalecer o setor de educação superior privada

Janguiê Diniz assume nesta terça-feira (13), em Brasília, o cargo de diretor-presidente da ABMES para a gestão 2025–2028. Eleito por aclamação, o novo líder da entidade atuará para ampliar a representatividade institucional da educação superior privada e fortalecer o papel técnico e político da Associação.

Experiência e liderança reconhecida

Janguiê Diniz não é um nome novo para o setor de educação superior. Com mais de duas décadas de atuação na ABMES, já ocupou cargos de vice-presidente, diretor-presidente e presidente do Conselho de Administração. Fundador do Grupo Ser Educacional, sua trajetória combina direito, empreendedorismo, ensino e escrita, o que o credenciou a assumir novamente o comando da Associação. Sua eleição por aclamação reflete o amplo apoio do setor à sua visão estratégica.

Além de sua experiência administrativa, Diniz tem presença consolidada em debates sobre inovação, qualidade e políticas públicas educacionais. Com atuação nacional e internacional, ele representa uma liderança que busca alinhar interesses institucionais com o desenvolvimento do país.

Propostas da nova gestão: autonomia e ação

A chapa eleita leva como lema “Autonomia e Ação”, um indicativo de que a nova gestão da ABMES pretende ampliar sua atuação institucional com firmeza e independência. Entre os principais compromissos estão a defesa da livre iniciativa, o estímulo à formação empreendedora nas instituições privadas e a valorização da ciência e inovação como pilares da educação superior.

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Segundo Diniz, a meta é fortalecer a ABMES como um organismo plural, combativo e técnico. A entidade pretende intensificar o diálogo com os Três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – na busca por políticas públicas mais inclusivas, sustentáveis e alinhadas com as reais necessidades da sociedade e das instituições privadas.

Estrutura de governança e representatividade

A nova diretoria da ABMES conta com nomes de destaque do setor educacional. O professor Celso Niskier, ex-presidente da entidade por duas gestões consecutivas (2019–2022 e 2022–2025), agora assume a presidência do Conselho de Administração. Reitor da UniCarioca e membro do Conselho Nacional de Educação, Niskier é referência em inteligência artificial aplicada à educação.

Comitês temáticos também foram estruturados para tratar de assuntos estratégicos como ESG, inovação, políticas públicas, educação profissional e tecnológica, além de demandas específicas de pequenos e médios mantenedores. Essa configuração visa garantir ampla representatividade das instituições em diferentes contextos e regiões do país.

Impacto no setor de educação superior

A posse de Janguiê Diniz ocorre em um momento desafiador para o ensino superior particular. Após os impactos da pandemia e diante de novas demandas por inclusão digital, qualidade pedagógica e sustentabilidade financeira, o setor busca soluções que unam inovação, políticas públicas adequadas e liberdade institucional.

Com mais de 5.300 unidades educacionais representadas, a ABMES tem papel central na articulação dessas soluções. Sob a liderança de Diniz, a entidade buscará consolidar sua posição como ponte entre o setor privado de ensino superior e as instâncias governamentais.

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Histórico e missão da ABMES

Fundada em 1982, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior surgiu com o propósito de representar e engajar instituições privadas em debates sobre o futuro da educação no Brasil. Ao longo de sua história, já foi presidida por figuras emblemáticas como Candido Mendes, Gabriel Mario Rodrigues e o próprio Janguiê Diniz.

Hoje, a ABMES se destaca por seu compromisso com a produção de conhecimento técnico, pela promoção de políticas públicas inclusivas e pela defesa da liberdade de ensino como motor do progresso social. Seu papel vai além da representação institucional – a entidade busca influenciar diretamente nas decisões que moldam a formação de milhões de brasileiros.

Considerações finais e perspectivas

A nova gestão da ABMES inicia com a missão de consolidar avanços, enfrentar desafios e projetar o futuro da educação superior particular no Brasil. Janguiê Diniz assume com prestígio, experiência e um plano claro: transformar a ABMES em uma referência ainda mais forte no cenário nacional, promovendo inclusão, inovação e qualidade.

Com um cenário político e econômico em constante transformação, a presença ativa da ABMES promete ser decisiva na formulação de estratégias de desenvolvimento educacional. A expectativa é de que, sob a nova liderança, a entidade amplie seu protagonismo e contribua de forma efetiva para a construção de um país mais justo, preparado e educado.

Arthur Diniz é Jornalista com mais de 10 anos de experiência. Registro 0012806/DF

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Educação

Senado discute proteção a jovens atletas em novos projetos de lei

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Projetos de Lei da Comissão de Esporte do Senado: Foco na Proteção de Jovens Atletas

A Comissão de Esporte do Senado (CEsp) está se preparando para retomar suas atividades em fevereiro, com uma pauta que inclui uma série de projetos de lei significativos. Um dos temas mais discutidos envolve a proteção de jovens esportistas por meio do PL 1.476/2022. Essa proposta torna obrigatória a inscrição dos programas de formação de atletas nos conselhos municipais dos direitos da criança e do adolescente.

A Importância da Proteção de Jovens Atletas

Os conselhos municipais têm um papel fundamental na fiscalização das políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência. Com esta proposta, espera-se assegurar que programas de formação e complementação educacional dos atletas sejam devidamente registrados e supervisionados, permitindo um maior controle social sobre essas iniciativas.

Objetivos do Projeto de Lei

A iniciativa visa a proteção dos jovens que se dedicam ao esporte, garantindo que suas atividades sejam monitoradas e que estejam promovendo a educação, a saúde e a convivência familiar. Com a supervisão adequada, os autores do projeto acreditam que será possível criar um ambiente mais seguro e favorável para o desenvolvimento de novos talentos.

O ex-deputado federal Milton Coelho (PE) é o fundador do PL, que recebeu aprovação da Câmara em julho do ano passado e agora aguarda votação no Senado. Para que a proposta se torne lei, precisa ser chancelada por ambas as casas do Congresso Nacional.

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A Perspectiva do Relator

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que atua como relator do projeto no Senado, é um defensor da iniciativa. Ele destaca a importância do conselho no processo de formação de atletas, enfatizando que cada jovem possui direitos e sonhos que devem ser respeitados. Segundo Kajuru, é crucial que a busca por desempenho esportivo não comprometa a integridade física, emocional e moral daqueles que aspiram se destacar no esporte.

Outras Propostas na Comissão de Esporte

Além do PL 1.476/2022, a CEsp também possui outras propostas relevantes em sua agenda, incluindo a criação de datas comemorativas que celebram a cultura esportiva no Brasil.

Dia Nacional das Torcidas Organizadas

Um dos projetos que se destaca é o PL 3.225/2019, de autoria do deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), que propõe a instituição do Dia Nacional das Torcidas Organizadas, a ser celebrado no dia 3 de dezembro. Este projeto visa reconhecer o papel fundamental das torcidas organizadas na cultura esportiva brasileira.

Dia Nacional do Futebol Americano

Outro assunto em pauta é o PL 5.071/2019, proposto pelos deputados federais Greyce Elias (Avante-MG) e Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Esta proposta estabelece o 25 de outubro como o Dia Nacional do Futebol Americano, uma forma de valorizar e promover o esporte que ganha cada vez mais adeptos no Brasil.

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A Relatoria e o Papel da Presidência

Ambas as propostas de datas comemorativas têm como relator o senador Eduardo Girão (Novo-CE), que apresentou parecer favorável aos dois projetos. É importante destacar que a presidência da CEsp está a cargo de Leila Barros (PDT-DF), que tem incentivado o diálogo e a discussão sobre temas relevantes para o esporte no país.

Implicações Práticas para os Jovens Atletas

A proposta de regulamentação dos programas de formação de atletas, junto a iniciativas que celebram a cultura esportiva, representa um passo importante para o desenvolvimento de um ambiente mais seguro e propício para os jovens. A atuação dos conselhos municipais não só vai garantir a proteção dos direitos dos jovens atletas, mas também incentivar a prática esportiva como uma possibilidade viável de carreira.

Com a retomada das atividades da CEsp, é crucial que os cidadãos fiquem atentos às discussões e decisões que impactarão diretamente as futuras gerações de atletas no Brasil. A implementação das propostas discutidas pode transformar o cenário esportivo, promovendo um espaço que prioriza a formação, o respeito e a segurança dos jovens em desenvolvimento esportivo. Assim, o Brasil pode se preparar para revelar novos talentos, valorizando o que há de melhor no esporte nacional.

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Educação

Professores com salários até R$ 10 mil podem ficar isentos de IR

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Isenção do Imposto de Renda para Professores em Tramitação no Senado

Professores poderão ser isentos de imposto de renda com projeto em andamento

Profissionais do magistério no Brasil que recebem até R$ 10 mil mensais poderão ser isentos do Imposto de Renda (IR). Essa proposta está em análise no Senado e promete trazer mudanças significativas para a categoria. O projeto, intitulado PL 5.143/2025, foi apresentado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e visa modificar a Lei 7.713 de 1988, que abrange as deduções e isenções de imposto.

Objetivo do Projeto de Lei

O projeto visa beneficiar professores da educação básica e do ensino superior. A isenção do IR se aplicará exclusivamente à renda gerada pela atividade docente. Essa medida tem como objetivo principal valorizar a carreira dos educadores e oferecer um suporte financeiro que pode ser essencial em um momento de grandes desafios na educação brasileira.

De acordo com Contarato, a proposta não deve impactar significativamente as finanças públicas. Ele sugere que a perda de arrecadação resultante da isenção seja compensada pelo imposto sobre as apostas de quota fixa—comumente conhecidas como bets—instaurado pela Lei 14.790 de 2023. Essa vinculação da arrecadação pretende garantir o equilíbrio fiscal necessário para a implementação da nova norma.

Contexto das Finanças na Educação

Historicamente, a remuneração dos professores no Brasil tem sido uma questão polêmica. Apesar dos esforços para equalizar os salários, os educadores ainda recebem menos do que profissionais de outras áreas com formações semelhantes. A justificação do projeto reafirma que essa desvantagem salarial compromete o cumprimento do Plano Nacional de Educação, que estipulava a equiparação das remunerações até 2024.

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O senador Fabiano Contarato destaca que essa disparidade salarial desencoraja muitos profissionais qualificados a permanecerem na carreira docente. “A medida tem por objetivo valorizar a carreira docente e estimular a permanência de profissionais qualificados tanto na educação infantil, fundamental e média — base estruturante de todo o sistema educacional — quanto no ensino superior”, explica o parlamentar.

Implicações da Isenção para os Educadores

A proposta de isenção do IR representa uma mudança significativa na forma como os educadores podem administrar suas finanças. Muitos profissionais enfrentam dificuldades financeiras que impactam diretamente sua qualidade de vida e, consequentemente, sua atuação nas salas de aula. Essa isenção poderá proporcionar não apenas alívio financeiro, mas também uma maior valorização social da profissão, que é fundamental para o desenvolvimento do país.

A Influência do Setor de Apostas

O uso da arrecadação proveniente de apostas como compensação para a isenção do IR de professores é uma estratégia interessante. O mercado de bets cresceu exponencialmente nos últimos anos e se tornou uma fonte de receita considerável. Essa conexão sugere uma tentativa do governo de explorar novas fontes de arrecadação em um cenário em que muitos profissionais da educação lutam por melhores salários.

A proposta do senador Contarato será discutida no Senado, e sua aprovação poderá ser um divisor de águas para a realidade dos professores no Brasil. Isso não apenas refletirá em melhores condições financeiras, mas também poderá criar um ambiente mais atrativo para novos educadores, contribuindo para a formação de uma educação de qualidade no país.

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O Que Esperar da Tramitação no Senado?

A apreciação do PL 5.143/2025 no Senado é o próximo passo crucial em seu processo de aprovação. Os educadores e a sociedade civil esperam que o projeto seja rapidamente debatido e votado, para que as mudanças possam ser implementadas o quanto antes. Esses passos não apenas impactam os docentes, mas também influenciam diretamente a qualidade do ensino nas escolas brasileiras.

O senador Contarato já demonstrou confiança de que o projeto poderá avançar sem obstáculos significativos, mas o apoio dos colegas senadores será fundamental para a sua aprovação. A mobilização de organizações educacionais e a pressão da opinião pública também serão essenciais nesse processo.

A proposta de isenção do Imposto de Renda para professores pode representar uma mudança positiva e significativa no cenário educacional brasileiro. Ao aliviar a carga tributária sobre educadores, o governo demonstra um reconhecimento da importância da profissão, além de um compromisso com a valorização da educação.

Com a tramitação do PL 5.143/2025 em andamento, a expectativa é que essa medida seja rapidamente discutida e aprovada, contribuindo para um ambiente escolar mais saudável e motivador. A importância de valorizar a carreira docente não pode ser subestimada, já que educadores bem remunerados são fundamentais para a formação de uma geração futura de profissionais capacitados e comprometidos.

Os próximos meses serão decisivos para a educação no Brasil, e todos os olhos estarão voltados para o Senado. A expectativa é de que essa sigla não seja apenas mais uma iniciativa em um mar de propostas, mas sim um passo substancial rumo à valorização do magistério.

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Educação

Novo piso salarial dos professores chega a R$ 5.130,63

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Novo Piso Salarial para Profissionais da Educação Básica Já Está em Vigor

O novo piso salarial dos profissionais do magistério da educação básica, que foi reajustado em 5,4%, entrou em vigor na última quinta-feira (02). Essa nova medida traz um significativo aumento no salário dos professores da rede pública em todo o Brasil, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 para uma carga horária de 40 horas semanais. A mudança visa valorizar esses profissionais essenciais para o desenvolvimento da educação no país.

O Que é o Piso Salarial para Professores?

O piso salarial representa o valor mínimo que os professores devem receber em nível nacional. De acordo com o novo reajuste, o percentual aplicado resulta em um ganho real de 1,5% acima da inflação, que foi medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que registrou 3,9%. Essa medida faz parte de uma legislação que estabelece a recomposição anual do salário dos profissionais da educação.

Como é Calculado o Novo Piso Salarial?

A Medida Provisória (MP) 1.334/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece critérios claros para a atualização do piso salarial. Segundo essa normativa, o reajuste anual deve ser calculado considerando:

  • O INPC do ano anterior;
  • 50% da média da variação percentual da receita real relativa às contribuições que estados, o Distrito Federal e municípios fazem ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) nos cinco anos anteriores à atualização.

Esse método de cálculo garante que a atualização salarial seja feita de maneira justa e proporcional ao crescimento econômico e à inflação, fortalecendo a educação básica no Brasil.

O Compromisso com a Valorização dos Professores

Além disso, a MP assegura que o reajuste estabelecido não pode ser inferior à inflação medida pelo INPC do ano anterior. Dessa forma, em comparação com 2025, quando o reajuste foi de 6,27%, os professores têm garantido um aumento que protege o poder aquisitivo da categoria.

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As remunerações dos profissionais da educação básica são, em sua maioria, cobertas por prefeituras e estados, complementadas por recursos federais, especialmente através do Fundeb. Isso é de suma importância, pois o financiamento adequado é essencial para garantir que os professores sejam devidamente valorizados e remunerados.

Provisionalidade da Medida

É importante destacar que, por se tratar de uma Medida Provisória, a nova norma tem validade imediata. No entanto, para se tornar uma lei definitiva, ela deverá ser aprovada pelo Congresso Nacional, que retomará seus trabalhos legislativos em fevereiro. Essa fase de validação é crucial para garantir a estabilidade e a durabilidade das mudanças nos salários dos professores.

Implicações Práticas para a Educação

A implementação deste novo piso salarial é um passo significativo em direção à valorização dos profissionais de educação. Nos últimos anos, a luta por melhores condições de trabalho e remuneração tem sido um tema recorrente na pauta educacional do Brasil. O novo reajuste é uma resposta a essa necessidade, buscando melhorar a qualidade do ensino e a satisfação dos educadores.

O aumento no piso salarial não apenas beneficia os professores, mas também impacta positivamente a formação de futuras gerações. Professores bem remunerados são mais propensos a se dedicarem integralmente ao seu trabalho, refletindo na qualidade do ensino e nos resultados dos alunos. Assim, essa medida pode ser vista como uma estratégia de investimento no futuro do país.

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O Papel dos Governos nas Mudanças

Governos estaduais e municipais têm um papel crucial na implementação deste novo salário. A correta alocação de recursos do Fundeb e a prontidão em adequar os salários dos educadores será determinante para o sucesso da política educacional. Sem dúvida, a colaboração entre as esferas de governo é necessária para que os impactos do novo piso salarial sejam plenamente sentidos nas salas de aula.

O Que Aguardamos para o Futuro?

A validação da Medida Provisória pelo Congresso será um momento decisivo para a educação no Brasil. Os educadores e a sociedade civil devem acompanhar de perto esse processo, promovendo diálogos que reforcem a importância de valorizar a educação como um direito fundamental.

A luta pela melhoria das condições de trabalho e pela valorização dos professores não se esgota com esse novo piso salarial. Será necessária uma continuidade nas ações e na pressão por melhores políticas públicas voltadas à educação. O comprometimento e a mobilização da sociedade são essenciais para garantir que as transformações necessárias sejam efetivas.

Em suma, o novo piso salarial dos profissionais do magistério reflete um avanço significativo na valorização dos educadores no Brasil. Com a implementação deste reajuste, espera-se que haja um impacto positivo na qualidade do ensino e na motivação dos professores.

No entanto, a luta pela educação de qualidade e por salários justos está longe de terminar. A participação ativa da sociedade e o acompanhamento da legislação são fundamentais para que as promessas se tornem realidade, assegurando que a educação básica continue a ser prioridade no país.

Investir na educação é investir no futuro, e o reconhecimento do trabalho dos professores é um dos primeiros passos para essa transformação.

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