Conecte-se Conosco
 

Geral

Apicultor migra enxames do Piauí para Maranhão devido à seca

Apicultor José Claro de Sousa Realiza Migração de Enxames para Fugir da Seca no Piauí

Publicado

em

Apicultor José Claro de Sousa Realiza Migração de Enxames para Fugir da Seca no Piauí

Mudança Estratégica em Busca de Sustentabilidade

Na última terça-feira, 29 de agosto, o apicultor José Claro de Sousa tomou uma medida estratégica ao migrar mais de 600 enxames de abelhas do Piauí para o Maranhão. A decisão foi motivada pela atual situação de seca que afeta sua região, comprometendo a produção de mel. Em um cenário onde as mudanças climáticas têm gerado extremas e imprevisíveis condições climáticas, a resiliência dos apicultores é testada como nunca antes.

Impactos da Seca na Apicultura

A seca que atinge o Piauí não é uma questão isolada. Agravada por mudanças climáticas e práticas inadequadas de manejo, a escassez de água e florada tem tornado a atividade apícola cada vez mais desafiadora. Segundo especialistas, condições adversas podem diminuir a produção de néctar, essencial para as abelhas, o que acaba refletindo nos rendimentos dos apicultores.

A importância das abelhas na polinização de diversas culturas torna a situação alarmante não apenas para apicultores, mas para toda a cadeia produtiva. Abaixo, vamos analisar como essa migração pode afetar o comércio e a produção do mel.

Estratégia de Migração: Uma Necessidade

José Claro de Sousa, conhecido na sua comunidade como um apicultor experiente, não estava apenas buscando uma solução momentânea. A migração dos enxames é uma estratégia que abrange diversos aspectos, desde a manutenção da qualidade do mel até a preservação das colmeias. O Maranhão, com um clima mais favorável na atualidade, apresenta melhores condições para a sobrevivência e produtividade das abelhas.

Historicamente, essa prática de migrar colmeias não é novidade. Apicultores, em várias regiões do Brasil, já adotam essa estratégia como uma forma de contornar a sazonalidade e as incertezas climáticas que afetam a produção. Contudo, para José, a situação é ainda mais delicada, uma vez que é necessário garantir que a migração não prejudique a saúde das colmeias.

Leia Também:  Morre Hamilton Bandeira, presidente da Mocidade Independente

Desafios e Expectativas da Produção de Mel

Apesar da mudança para o Maranhão, José Claro de Sousa enfrenta um novo desafio: a instabilidade nos preços do mel. Após o que foi chamado de “tarifaço de Trump”, o mercado do mel sofreu uma queda significativa nos preços. A importação facilitada de mel de outros países, como consequência das políticas externas, tem gerado incertezas para os produtores locais.

Enquanto a qualidade do mel brasileiro, especialmente o proveniente do Piauí e Maranhão, é frequentemente elogiada, a concorrência com o preço do produto importado está afetando diretamente o lucro dos apicultores. José menciona que, atualmente, não há previsão para uma colheita, o que aumenta sua apreensão em relação ao futuro do seu negócio.

A Importância da Qualidade do Mel Brasileiro

A apicultura não é apenas uma forma de sustento, mas também uma vital atividade econômica que impacta a biodiversidade e a agricultura local. O mel produzido no Brasil é reconhecido por sua qualidade e por seus diversos benefícios à saúde. A corrida pela preservação das tradições apícolas e a adaptação a novas realidades de mercado é um desafio que muitos apicultores estão enfrentando.

Com a queda no preço do mel e a instabilidade no mercado, José e outros apicultores têm se organizado para explorar novas formas de comercialização e agregar valor aos seus produtos. A opção por mel orgânico, por exemplo, tem ganhado destaque como uma alternativa viável.

O Papel do Governo e das Políticas Públicas

A situação de apicultores como José Claro de Sousa evidencia a necessidade de políticas públicas que apoiem a apicultura e promovam a produção local. Incentivos, subsídios e programas de assistência técnica podem ajudar a mitigar os impactos das mudanças climáticas e da concorrência internacional.

Além disso, programas de capacitação voltados para o manejo sustentável das colmeias podem maximizar a eficiência e a produtividade dos apicultores. A conscientização sobre a importância das abelhas para a agricultura e o meio ambiente deve ser uma prioridade para todos.

Leia Também:  Manifestação em Paraisópolis bloqueia avenida na zona sul de São Paulo

Melhoria na Comunicação e na Rede de Apoio

Outro ponto crucial para o fortalecimento da apicultura é a comunicação entre os produtores. Redes de apoio podem propiciar a troca de experiências, o desenvolvimento de novas técnicas e a construção de estratégias mais eficazes para enfrentar os desafios do mercado.

Além disso, a participação ativa de apicultores em eventos e feiras pode facilitar o acesso a novos mercados e compradores, além de promover o intercâmbio de conhecimento entre os profissionais do setor.

Ecoeficiência e Sustentabilidade: O Futuro da Apicultura

É fundamental que a apicultura no Brasil siga por um caminho de ecoeficiência e sustentabilidade. A adoção de práticas que respeitem a biodiversidade e promovam o equilíbrio ambiental não é apenas uma medida ética, mas também uma estratégia que pode garantir a longevidade do setor.

Iniciativas como a certificação de mel orgânico e a promoção de produtos sustentáveis são passos importantes para agregar valor ao mel brasileiro e fortalecer a posição dos apicultores no mercado.

Conclusão: Um Futuro Incerto, Mas Esperançoso

Para José Claro de Sousa e outros apicultores, a migração dos enxames é apenas um dos muitos passos que precisam ser dados em busca de um futuro sustentável. Embora os desafios sejam numerosos, a determinação e a resiliência são características que permeiam a vida desses profissionais.

Enquanto novas políticas públicas e inovações tecnológicas se tornam necessárias, a solidariedade entre os apicultores e o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade serão fundamentais para enfrentar essa nova realidade. O futuro da apicultura no Brasil depende dessas ações, e a esperança é que o cenário mude para melhor, garantindo não apenas o sustento, mas também a preservação das abelhas, essenciais para a vida na Terra.

Equipe responsável pela curadoria e publicação das principais notícias no Fórum 360. Nosso compromisso é informar com agilidade, clareza e responsabilidade.

Continue Lendo
💬 Dê sua nota e comente
0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Geral

Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado

Publicado

em

Por

Audiência Pública da CDH Aborda Direitos de Crianças e Adolescentes

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.

Necessidade do Debate

A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.

Violência Contra Jovens

Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.

Leia Também:  Acidente Fatal Envolve Cantores em Miracatu: Moura e Aleksandro em Luto

Convidados para o Debate

Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:

  • Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
  • Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
  • Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
  • Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
  • Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC

Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.

Interatividade e Participação Cidadã

A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.

Leia Também:  Postes na nova trilha geram desconforto e preocupações de segurança

Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.

A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.

A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.

Continue Lendo

Geral

Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social

Publicado

em

Por

Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional é instalado com novos membros

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.

Aprovação da nova composição do CCS

A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.

Estrutura e atribuições do CCS

O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:

  • Empresas de rádio e televisão
  • Imprensa escrita
  • Profissionais de cinema
  • Engenheiros e cientistas da comunicação
  • Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil

O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.

A nova liderança do CCS

Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.

Leia Também:  Senado aprova Código de Defesa dos Contribuintes por unanimidade

Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”

Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.

Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?

Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:

Empresas de Rádio

  • Titular: Flávio Lara Resende
  • Suplente: Guliver Augusto Leão

Empresas de Televisão

  • Titular: Samir Nobre Maia
  • Suplente: Fernando Justus Fischer

Imprensa Escrita

  • Titular: Rafael Menin Soriano
  • Suplente: Júlio César Vinha

Comunicação Social

  • Titular: Valderez Donzelli
  • Suplente: Olímpio José Franco

Jornalistas

  • Titular: Samira de Castro
  • Suplente: Paulo Zocchi

Radialistas

  • Titular: Fernando Cabral
  • Suplente: Ricardo Ortiz

Artistas

  • Titular: Ana Flávia Cabral
  • Suplente: Débora Duboc

Cinema e Vídeo

  • Titular: Caio Loures
  • Suplente: Sonia Santana

Sociedade Civil

  • Titular: Rita Freire
  • Suplente: Ramênia Vieira

Presença de representantes da sociedade civil

Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.

Leia Também:  Morre Hamilton Bandeira, presidente da Mocidade Independente

Implicações para o futuro da comunicação no Brasil

A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.

É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.

A importância do CCS na comunicação social

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.

Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.

A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.

Continue Lendo

Geral

Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte

Publicado

em

Por

Comissão de Assuntos Econômicos Deve Analisar Projeto de Lei sobre Isenção Tributária para ALCs

Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.

Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023

Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.

O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023

A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.

Racionalidade da Proposta

Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.

Leia Também:  Projeto 50 cinquentão movimenta o Serejão: jogos equilibrados, goleada e a força da comunidade portuguesa de Brasília

Implicações para o Comércio Local

O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.

Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio

As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.

Investigação do Banco Master

Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.

Objetivo da Investigação

Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.

Leia Também:  Acidente Fatal Envolve Cantores em Miracatu: Moura e Aleksandro em Luto

O Que Esperar da Reunião da CAE

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.

As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.

Continue Lendo

Recomendados

MAIS LIDAS

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x