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Marcio Rachkorsky Esclarece Dúvidas sobre Convivência em Condomínios de São Paulo

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Marcio Rachkorsky Esclarece Dúvidas sobre Convivência em Condomínios de São Paulo

Problemas Comuns em Condomínios

Em uma recente participação no programa SP1, o especialista em gestão de condomínios, Marcio Rachkorsky, abordou uma série de questões que afetam a convivência entre moradores e funcionários em prédios. Os desafios variam de apartamentos abandonados a casos de violência, e Rachkorsky forneceu respostas importantes sobre como tratar cada situação.

Acúmulo de Lixo e Objetos: O que Fazer?

O acúmulo de lixo e objetos em apartamentos pode gerar riscos à saúde pública e à segurança do prédio. Rachkorsky destacou que essas situações estão frequentemente ligadas a questões de saúde mental e não devem ser vistas apenas como falta de responsabilidade.

Quando um morador acumula objetos e lixo, a primeira abordagem deve envolvê-lo diretamente, oferecendo apoio. Caso a família não intervenha, o condomínio tem a opção de recorrer ao Judiciário para buscar uma ordem que permita a remoção dos excessos e a intervenção de profissionais de saúde.

Como Lidar com Vazamentos Persistentes?

Vazamentos que não são solucionados a tempo podem se transformar em um grande problema para todo o condomínio. O especialista explica que muitas vezes o morador responsável ignora o problema, que se expande e causa danos significativos a outras unidades.

Se o morador se recusa a permitir a vistoria, o condomínio pode buscar apoio judicial para obrigar a reparação dos danos. Isso é fundamental, já que custos que poderiam inicialmente ser de R$ 1.000 podem rapidamente escalar para R$ 20.000 ou mais.

Apartamentos Fechados e Seus Efeitos no Condomínio

A ausência de manutenção em apartamentos fechados pode gerar infiltrações, vazamentos e até mesmo infestações. Situações como mudanças de país, heranças e falta de herdeiros são comuns em casos de imóveis abandonados.

Neste contexto, o síndico pode agir para proteger o condomínio. Ele deve documentar a situação (por meio de vídeos ou testemunhas) e, se necessário, entrar no apartamento com um chaveiro, realizar os reparos necessários e trancar o imóvel novamente. Essa ação é legal, desde que realizada com o devido cuidado.

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Infestações por Falta de Higiene

A falta de higiene em apartamentos pode gerar sérios riscos de infestações. Rachkorsky observa que mesmo com ações de dedetização realizadas pelo condomínio, um apartamento mal cuidado pode comprometer a saúde de todos.

O síndico deve aplicar medidas disciplinares, como advertências e multas, além de considerar entrar com uma ação judicial que busque uma liminar para obrigar o morador a permitir limpeza e controle de pragas. Essa abordagem é baseada nos princípios de saúde, sossego e segurança que regem a vida em comunidade.

Procedimentos em Casos de Violência e Ameaças

Violência Doméstica e Maus-Tratos a Animais

Situações de violência doméstica ou maus-tratos a animais são extremamente graves e exigem ação imediata. Rachkorsky recomenda que, ao mesmo tempo em que o condomínio deve denunciar à polícia ou ao Ministério Público, é crucial registrar todas as ocorrências.

O síndico tem o dever de colaborar, garantindo que todos os fatos sejam documentados. Em casos de emergência, é fundamental envolver institutos que possam oferecer apoio, uma vez que tais situações podem representar crimes que afetam a vida e o bem-estar dos moradores ou animais.

Ameaças a Funcionários e Vizinhos

A ameaça a funcionários ou vizinhos transforma a situação em uma questão penal e não apenas condominial. Nesses casos, o condomínio deve registrar um boletim de ocorrência e, se necessário, buscar uma medida protetiva.

A reação deve ser cuidadosa e documentada, com o envolvimento de advogados, para que a segurança de todos os habitantes seja priorizada.

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Outras Dúvidas Frequentes sobre Segurança e Tecnologia

Segurança dos Dados Biométricos

Um tópico de crescente importância é a segurança dos dados biométricos, especialmente com a implementação de novos sistemas nos condomínios. Moradores têm perguntas frequentes:

  • Como garantir a segurança dos dados biométricos ao iniciar um novo sistema no condomínio? A resposta reside em selecionar fornecedores confiáveis e garantir que todas as informações sejam tratadas de acordo com normas de segurança rigorosas.
  • O que fazer se o sistema de reconhecimento facial falhar? Em situações onde um morador não consegue acessar rapidamente o prédio, é essencial ter um protocolo de contingência que permita a entrada de maneira segura, por exemplo, usando identificação manual.
  • Funcionários podem ter reconhecimento facial? Sim, funcionários domésticos que trabalham há muito tempo podem ser incluídos no sistema para facilitar seu acesso ao prédio.

Responsabilidades na Manutenção dos Sistemas de Segurança

A manutenção dos sistemas de segurança é uma preocupação contínua. A responsabilidade pode variar entre o síndico e a empresa contratada. É crucial que haja um contrato claro, definindo as obrigações de cada parte.

As questões abordadas por Marcio Rachkorsky não apenas realçam a importância da boa convivência em condomínios, mas também ressaltam a necessidade de ação rápida e eficaz em situações de risco. Moradores e síndicos devem estar sempre atentos à manutenção da saúde, segurança e sossego no ambiente onde vivem.

A convivência em grupos requer diálogo, empatia e, muitas vezes, conhecimento legal para garantir que todos possam habitar um espaço seguro e saudável. A escolha de medidas adequadas pode fazer toda a diferença na qualidade de vida em condomínio, promovendo um ambiente harmonioso e colaborativo.

Equipe responsável pela curadoria e publicação das principais notícias no Fórum 360. Nosso compromisso é informar com agilidade, clareza e responsabilidade.

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Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado

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Audiência Pública da CDH Aborda Direitos de Crianças e Adolescentes

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.

Necessidade do Debate

A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.

Violência Contra Jovens

Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.

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Convidados para o Debate

Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:

  • Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
  • Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
  • Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
  • Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
  • Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC

Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.

Interatividade e Participação Cidadã

A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.

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Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.

A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.

A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.

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Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social

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Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional é instalado com novos membros

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.

Aprovação da nova composição do CCS

A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.

Estrutura e atribuições do CCS

O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:

  • Empresas de rádio e televisão
  • Imprensa escrita
  • Profissionais de cinema
  • Engenheiros e cientistas da comunicação
  • Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil

O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.

A nova liderança do CCS

Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.

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Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”

Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.

Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?

Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:

Empresas de Rádio

  • Titular: Flávio Lara Resende
  • Suplente: Guliver Augusto Leão

Empresas de Televisão

  • Titular: Samir Nobre Maia
  • Suplente: Fernando Justus Fischer

Imprensa Escrita

  • Titular: Rafael Menin Soriano
  • Suplente: Júlio César Vinha

Comunicação Social

  • Titular: Valderez Donzelli
  • Suplente: Olímpio José Franco

Jornalistas

  • Titular: Samira de Castro
  • Suplente: Paulo Zocchi

Radialistas

  • Titular: Fernando Cabral
  • Suplente: Ricardo Ortiz

Artistas

  • Titular: Ana Flávia Cabral
  • Suplente: Débora Duboc

Cinema e Vídeo

  • Titular: Caio Loures
  • Suplente: Sonia Santana

Sociedade Civil

  • Titular: Rita Freire
  • Suplente: Ramênia Vieira

Presença de representantes da sociedade civil

Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.

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Implicações para o futuro da comunicação no Brasil

A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.

É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.

A importância do CCS na comunicação social

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.

Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.

A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.

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Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte

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Comissão de Assuntos Econômicos Deve Analisar Projeto de Lei sobre Isenção Tributária para ALCs

Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.

Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023

Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.

O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023

A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.

Racionalidade da Proposta

Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.

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Implicações para o Comércio Local

O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.

Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio

As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.

Investigação do Banco Master

Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.

Objetivo da Investigação

Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.

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O Que Esperar da Reunião da CAE

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.

As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.

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