Geral
Samba-enredo homenageia Santo Antônio, o santo casamenteiro
Santo Antônio: Um Clamor de Fé e Tradição no Samba-Enredo
Introdução ao Verde e Rosa
O samba-enredo deste ano não é apenas uma exibição de cores e ritmos, mas uma homenagem vibrante a Santo Antônio, o “santo casamenteiro” e protetor dos menos favorecidos. Este ícone do catolicismo popular brasileiro ganha destaque em uma das festividades mais esperadas do calendário cultural do país.
Santo Antônio: Ícone da Tradição Católica
As Raízes de Santo Antônio
Santo Antônio de Pádua, como é conhecido formalmente, é uma figura central no cristianismo, especialmente entre os católicos. Nascido em Portugal em 1195, ele se destacou por sua dedicação aos pobres e por sua habilidade em pregar a palavra de Deus. Sua fama rapidamente se espalhou, e é por isso que hoje ele é reverenciado em todo o Brasil.
O Santo Casamenteiro
No Brasil, Santo Antônio é sinônimo de amor e união. Nos mês de junho, especialmente, suas festividades cadenciam a vida nas cidades, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Com o nome dele nas bocas de muitos devotos, ele é invocado por aqueles que buscam um amor verdadeiro ou na esperança de amarrar o destino a alguém especial.
A Celebração do Santo em Junho
A Oração e a Promessa
As festividades em homenagem a Santo Antônio vão além do simples carnaval de cores e sons. Em sua essência, elas formam uma rica tapestria de fé, tradições e promessas que unem pessoas de diferentes origens. Durante o mês de junho, é comum ver os moradores organizando rezas e ladainhas, além de rituais que incluem a montagem de arraiais. Esses arraiais não apenas proporcionam um espaço para a festa, mas também são um ambiente de comunhão e aprendizado sobre a tradição católica.
As Manifestações Regionais
No Norte e Nordeste do Brasil, cada cidade tem sua maneira particular de celebrar o santo. As festas envolvem danças, comidas típicas e uma infinidade de atividades culturais. O forró e o samba tradicional se entrelaçam, criando um clima festivo que convida todos a participarem. Em muitos lugares, o mês de junho é marcado pela decoração especial e por uma sensação de esperança renovada.
O Samba-Enredo e a Homenagem a Santo Antônio
Uma Representação Cultural
O samba-enredo, tradição das escolas de samba, é um meio poderoso de transmitir mensagens e homenagens. Neste ano, a escolha de Santo Antônio como tema central destaca a riqueza cultural e religiosa do Brasil. As escolas de samba, conhecidas por sua inovação e criatividade, buscam resgatar, preservar e celebrar essa figura emblemática.
A Importância na Identidade Nacional
Celebrar Santo Antônio através do samba-enredo não é apenas uma homenagem a um santo, mas uma reafirmação da identidade nacional. O samba, enraizado na cultura afro-brasileira, se une à fé católica, formando uma simbiose poderosa que celebra a diversidade do país. Neste ano, as escolas de samba apresentam enredos que traduzem a espiritualidade e a cultura de forma integrada.
Conexão entre Festejos e Espiritualidade
A Fé que Une
A conexão entre as festividades de Santo Antônio e o samba-enredo exemplifica como a religiosidade popular repete ciclos e transforma a cultura. Não é apenas a diversão que importa, mas a forma como a celebração evoca a espiritualidade e a fé dos participantes. As reza e promessas ligadas ao santo são uma lembrança constante de que a cultura brasileira é marcada por um profundo respeito às tradições.
Promessas e Esperança
A época junina, marcada pelo simbolismo de Santo Antônio, é propícia para promessas que são feitas pelos fiéis. Aqueles que desejam encontrar um amor muitas vezes recorrem ao santo, reforçando o papel dele como um intercessor nas questões do coração. Com isso, o samba-enredo se transforma em uma espécie de oração coletiva, que busca a intercessão e a proteção do santo.
Conclusão: O Legado Cultural de Santo Antônio
A homenagem a Santo Antônio no samba-enredo é um convite à reflexão sobre as tradições que moldam a cultura brasileira. Extremamente rico e diversificado, o Brasil é um mosaico de crenças, ritmos e práticas que se entrelaçam de forma única. A celebração de Santo Antônio, especialmente nas festividades de junho, nos lembra da importância de honrar nossas raízes e tradições, além de promover a união entre diferentes grupos.
É crucial que como sociedade valorizemos e preservemos essas manifestações culturais, que não só nos fazem lembrar de quem somos, mas também nos ajudam a entender a riqueza da nossa história. Durante as festividades, a celebração do amor, da fé e da esperança se torna essencial, reafirmando que, mesmo em tempos difíceis, a cultura brasileira continuará a brilhar, unindo as pessoas em torno de sua identidade rica e diversificada.
Geral
Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado
Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.
Necessidade do Debate
A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.
Violência Contra Jovens
Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.
Convidados para o Debate
Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:
- Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
- Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
- Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
- Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
- Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
- Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC
Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.
Interatividade e Participação Cidadã
A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.
Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.
A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.
A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.
Geral
Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.
Aprovação da nova composição do CCS
A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.
Estrutura e atribuições do CCS
O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:
- Empresas de rádio e televisão
- Imprensa escrita
- Profissionais de cinema
- Engenheiros e cientistas da comunicação
- Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil
O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.
A nova liderança do CCS
Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.
Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”
Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.
Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?
Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:
Empresas de Rádio
- Titular: Flávio Lara Resende
- Suplente: Guliver Augusto Leão
Empresas de Televisão
- Titular: Samir Nobre Maia
- Suplente: Fernando Justus Fischer
Imprensa Escrita
- Titular: Rafael Menin Soriano
- Suplente: Júlio César Vinha
Comunicação Social
- Titular: Valderez Donzelli
- Suplente: Olímpio José Franco
Jornalistas
- Titular: Samira de Castro
- Suplente: Paulo Zocchi
Radialistas
- Titular: Fernando Cabral
- Suplente: Ricardo Ortiz
Artistas
- Titular: Ana Flávia Cabral
- Suplente: Débora Duboc
Cinema e Vídeo
- Titular: Caio Loures
- Suplente: Sonia Santana
Sociedade Civil
- Titular: Rita Freire
- Suplente: Ramênia Vieira
Presença de representantes da sociedade civil
Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.
Implicações para o futuro da comunicação no Brasil
A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.
É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.
A importância do CCS na comunicação social
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.
Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.
A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.
Geral
Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte
Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.
Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023
Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.
O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023
A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.
Racionalidade da Proposta
Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.
Implicações para o Comércio Local
O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.
Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio
As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.
Investigação do Banco Master
Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.
Objetivo da Investigação
Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.
O Que Esperar da Reunião da CAE
A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.
As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.
-
Mocha9 meses atrásTesla Model Y E80: nova versão mais barata do SUV elétrico chega com até 450 km de autonomia
-
Mocha10 meses atrásTesla em Crise? Queda nas Vendas, Robôs Lentos e o Futuro Incerto de Elon Musk
-
Mundo9 meses atrásTarifas EUA e China são reduzidas após novo acordo de 90 dias
-
Enem 20259 meses atrásEdital do Enem 2025 é publicado; inscrições começam em maio
-
STF9 meses atrásSTF decide se ‘ouvir dizer’ pode ser prova em júri popular
-
Mocha9 meses atrásComo Trump Perdeu a Guerra Comercial com a China – E o Que Isso Significa para o Futuro da Economia Global
-
G18 meses atrásTurismo impulsiona economia e preservação no Pantanal mato-grossense
-
Educação9 meses atrásComo a IA está revolucionando a faculdade


