Economia
Programa Acredita Exportação se torna lei e beneficia pequenas empresas
Programa Acredita Exportação: Novas Oportunidades para Micro e Pequenas Empresas
No último dia 29 de outubro, foi publicada no Diário Oficial da União a Lei Complementar 216, que institui o Programa Acredita Exportação. Esta iniciativa visa fomentar as exportações de micro e pequenas empresas no Brasil por meio da devolução de tributos federais pagos na produção de bens destinados ao exterior. O programa emerge como uma medida estratégica para aumentar a competitividade dessas empresas no cenário global.
Essência do Programa Acredita Exportação
O Acredita Exportação, originário do PLP 167/2024, é uma proposta do Executivo federal. Ele permitirá que empresas do Simples Nacional levantem créditos entre 2025 e 2026, possibilitando a devolução de parte dos tributos pagos, especialmente PIS e Cofins, sobre insumos utilizados para fabricar produtos que serão exportados.
Com duração prevista de dois anos, o programa atua de maneira a antecipar os efeitos da reforma tributária aprovada pelo Congresso, concedendo uma chance real de revitalização para os pequenos empreendimentos. Isso representa um passo significativo rumo a um ambiente de negócios mais favorável e inclusivo.
Impacto Financeiro e Prazos Fiscais
Uma das inovações mais relevantes introduzidas pela nova norma é a extensão do prazo de regularização fiscal para empresas do Simples. Anteriormente estabelecido em 30 dias, agora esse prazo será de 90 dias, oferecendo um alívio significativo para empreendedores que enfrentam dificuldades financeiras devido a dívidas ou problemas com cadastros.
Aprovação no Senado: Um Marco Histórico
A aprovação do programa foi unânime no Senado, ocorrendo no início de julho. O relator da proposta, senador Eduardo Braga (MDB-AM), destacou que o Acredita Exportação corrige uma falha histórica no sistema tributário brasileiro. Segundo ele, mecanismos existentes para a recuperação de créditos fiscais sempre deixaram de fora microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional.
“O sistema tributário brasileiro previa instrumentos de recuperação de créditos para a cadeia produtiva voltada à exportação, mas essa sistemática não abrangia os pequenos empreendimentos,” afirmou Braga em seu discurso no Senado.
Tempestividade do Benefício e Futuras Mudanças
A justificativa para a duração de dois anos do benefício está diretamente relacionada à mudança que ocorrerá em 2027, quando PIS/Pasep e Cofins serão substituídos por uma nova taxa, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), conforme o cronograma da reforma tributária. Com isso, as empresas devem se preparar para um novo cenário tributário, em que ajustes serão necessários, especialmente para as do Simples.
Alterações no Regime Especial de Reintegração
Além dos benefícios diretos previstos pelo Programa Acredita Exportação, a nova lei também modifica o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras, conhecido como Reintegra. Esse regime, instituído em 2011, devolve parte dos tributos pagos durante a produção de bens exportados.
Atualmente, a devolução varia de 0,1% a 3% sobre o valor exportado. Com a nova norma, este percentual poderá variar, permitindo um tratamento mais justo conforme o porte da empresa. Esta mudança reflete uma preocupação crescente em assegurar que pequenos empreendimentos tenham as mesmas oportunidades que suas contrapartes maiores no comércio exterior.
Impactos da Reforma Tributária no Reintegra
Com a introdução da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o Reintegra será extinto em 2027, demandando uma revisão específica sobre o tratamento a ser concedido às empresas do Simples na nova configuração tributária. A necessidade de atenção a esses detalhes é imperativa para assegurar que os pequenos empreendimentos não sejam novamente desassistidos.
Regimes Aduaneiros Especiais: Uma Nova Abordagem
A legislação também traz mudanças nos regimes aduaneiros especiais, como o Drawback e o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof). Essas alterações visam facilitar a importação e aquisição de insumos no mercado interno com suspensão de tributos, especialmente no contexto da industrialização de produtos destinados à exportação.
Os serviços relacionados à exportação, como transporte, armazenagem, despacho aduaneiro e seguro de carga, também serão beneficiados. A norma prevê a suspensão da cobrança de PIS/Pasep, Cofins, PIS-Importação e Cofins-Importação por um período de cinco anos sobre a contratação desses serviços, desde que a exportação se efetive corretamente. Caso contrário, os tributos deverão ser recolhidos, acrescidos de juros e multa.
Responsabilidade e Fiscalização
É importante ressaltar que a responsabilidade pela regulamentação, fiscalização e controle dessas operações ficou a cargo da Receita Federal e da Secretaria de Comércio Exterior. A nova norma também promove alterações na Lei 10.833, de 2003, definindo com mais clareza quem deve arcar com os tributos em caso de suspensão por uso de regimes especiais.
Conclusão: Implicações para os Pequenos Empreendimentos
O Programa Acredita Exportação, recentemente criado pela Lei Complementar 216, promete transformar o panorama das micro e pequenas empresas no Brasil, oferecendo oportunidades únicas de reintegração de tributos e ampliando suas capacidades para competir globalmente. À medida que o ambiente econômico e tributário se adapta, é crucial que esses empreendedores estejam cientes das novas regras e aproveitem as vantagens que a norma oferece. Assim, investimentos em capacitação e informações tributárias se tornam indispensáveis para garantir o sucesso e a sustentabilidade de seus negócios no mercado internacional.
Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Economia
Acordo Mercosul-União Europeia deve ser tratado com urgência
Os presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, estão sob pressão para tratar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia “com a maior celeridade possível”. A afirmação foi feita pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) durante uma coletiva de imprensa, na quinta-feira, 22 de setembro.
O Contexto da Declaração
A declaração de Nelsinho Trad surgiu após sua reunião com a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf. Trad, que preside a Comissão de Relações Exteriores (CRE), enfatizou a necessidade de uma rápida tramitação do acordo no Parlamento brasileiro.
Nelsinho Trad destacou: “O Poder Executivo precisa remeter o acordo ao Hugo Motta, que será responsável por sua tramitação na delegação brasileira no Parlasul (Parlamento do Mercosul). A partir desse ponto, o acordo segue para as comissões da Câmara dos Deputados e, posteriormente, para o Senado, no caso de aprovação.”
Processo de Tramitação
O processo para a ratificação do acordo é complexo e requer múltiplas etapas que envolvem diversas comissões e a aprovação de outros líderes políticos.
A Primeira Etapa: Câmara dos Deputados
Motta planeja reunir líderes parlamentares no final deste mês para discutir o andamento do acordo. Isso é fundamental para garantir que a proposta siga seu curso sem atrasos.
Segunda Etapa: Senado
Se o acordo for aprovado na Câmara, ele será enviado ao Senado, onde passará por uma nova análise. A agilidade nessa tramitação é vista como crucial para o sucesso da implementação do acordo, que promete benefícios econômicos significativos para ambos os lados.
Expectativas da União Europeia
Em sua participação, Marian Schuegraf expressou incertezas sobre o prazo que o Parlamento Europeu levará para votar o acordo. Recentemente, os eurodeputados decidiram enviar o texto ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) para uma análise jurídica, o que complicará ainda mais a cronologia do processo.
“Espero que a celeridade na tramitação no Brasil incentive a agilidade do lado europeu,” afirmou Schuegraf. “Esse acordo é um divisor de águas e simboliza um compromisso com o multilateralismo na negociação com outros países.”
Votação no Parlamento Europeu
De acordo com uma nota divulgada por Nelsinho Trad, a votação realizada na quarta-feira (21) teve 334 eurodeputados a favor do envio do texto ao TJUE, enquanto 324 votaram contra e 11 se abstiveram. Mesmo após a assinatura do acordo, a confirmação pelo Parlamento Europeu e pelos parlamentos nacionais do Mercosul segue como um fator crítico.
Implicações Políticas
Esses números ilustram a divisão que ainda persiste nas opiniões sobre o acordo, enfatizando a necessidade de um consenso mais amplo tanto na União Europeia quanto no Mercosul.
Proposta de Criação de Subcomissão
Nelsinho Trad também anunciou que irá propor a formação de uma subcomissão para monitorar a confirmação do acordo no Congresso Nacional. Segundo ele, o objetivo é agilizar a tramitação assim que o texto chegue ao Senado.
“As autoridades brasileiras devem coordenar ações para que os outros países tratem o tema com prioridade,” ressaltou Nelsinho.
Ações Concretas
Trad detalhou suas estratégias de atuação em três frentes: articulação com o Itamaraty e a Casa Civil, diálogos com a União Europeia e mobilização política internacional. O senador busca envolver eurodeputados e outros líderes favoráveis ao acordo, reforçando a importância da coalizão política para a efetivação do tratado.
O Conteúdo do Acordo
O acordo entre Mercosul e União Europeia estabelece a eliminação ou redução de até 90% das tarifas de importação e exportação ao longo de uma década. Além disso, prevê aumentos nas cotas de produtos como carne, etanol, açúcar e arroz, evidenciando o impacto direto que essa proposta terá nos setores agropecuários.
Benefícios Econômicos
De acordo com Nelsinho Trad, a ampliação do comércio trará empregos, aumento da renda e novos investimentos, particularmente no interior do Brasil. Ele destacou as vantagens que Mato Grosso do Sul, seu estado, poderá obter com o acordo, especialmente visto que, em 2025, as exportações para a União Europeia alcançaram US$ 1,3 bilhão.
“Precisamos de previsibilidade, acesso real a mercados e respeito ao produtor,” enfatizou Trad.
O Mercado e Suas Oportunidades
Os blocos do Mercosul e da União Europeia juntos representam um mercado de cerca de 718 milhões de consumidores, com um PIB estimado em aproximadamente US$ 22 trilhões, de acordo com informações do governo federal. Esses números indicam o potencial de crescimento econômico que o acordo pode proporcionar, não só em termos de comércio, mas também em cooperação internacional.
O Caminho a Seguir
A urgência na tramitação do acordo Mercosul-União Europeia é clara, e as ações planejadas por Nelsinho Trad e outros líderes legislativos são passos decisivos para garantir a sua implementação. Com o mundo em uma era de mudanças comerciais rápidas e incertezas geopolíticas, o sucesso desse acordo poderá não só transformar as relações comerciais entre os dois blocos, mas também definir um novo caminho para o multilateralismo.
A ratificação do acordo e a sua implementação podem trazer ganhos substantivos para as economias envolvidas e melhorar as relações entre as nações. Assim, o foco atual deve ser a colaboração entre os líderes políticos e a aceleração do processo legislativo, garantindo que as promessas do acordo se concretizem em vantagens reais para os cidadãos dos países envolvidos.
Economia
Governo deve adiar reformas e focar na meta fiscal em 2026
Em 2026, a gestão fiscal do governo federal brasileiro promete ser marcada por uma abordagem de curto prazo, segundo a análise da Instituição Fiscal Independente (IFI). No primeiro Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) do ano, divulgado em 29 de setembro, a entidade sinaliza que medidas estruturais importantes ficarão em segundo plano, em um ambiente que já está se preparando para as eleições e a Copa do Mundo.
Redução de Expectativas Fiscais
De acordo com a IFI, a necessidade de agir com cautela em um ano eleitoral impede a implementação de políticas fiscais mais rigorosas. Isso inclui tanto o aumento de tributos quanto cortes expressivos nos gastos públicos. Alexandre Andrade, diretor da IFI, destacou em entrevista que os objetivos do governo neste contexto devem se restringir à conformidade formal com a meta fiscal.
“No ano eleitoral, é improvável que haja ações significativas que alterem a dinâmica observada nas contas públicas, especialmente em relação aos gastos,” enfatizou Andrade.
A meta agora será o zerar o déficit primário em 2026, em vez de almejar um superávit, cuja meta está fixada em 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). A IFI aponta que, para estabilizar a dívida pública, um superávit primário superior a 2% do PIB seria mais adequado, o que evidencia a distância entre as metas e a realidade fiscal.
A Perda de Credibilidade na Política Fiscal
Em sua análise, Andrade também alertou para um possível comprometimento da credibilidade da política fiscal. Durante a execução orçamentária em 2025 e 2026, o governo parece estar buscando unicamente atender ao limite inferior das metas fiscais, o que pode gerar incertezas entre os agentes econômicos e pôr em risco a confiança nas contas públicas.
Os diretores da IFI, Alexandre Andrade e Marcus Pestana, assinam o relatório e reiteram a importância de um planejamento fiscal mais robusto para evitar danos maiores à economia.
Contexto Econômico Atual
O RAF também traça um panorama da economia brasileira. Apesar dos desafios fiscais, a economia permanece aquecida, com um hiato do produto estimado em 0,5%. Isso indica que o ritmo de crescimento atual está acima do PIB potencial, segundo dados do terceiro trimestre de 2025.
Contudo, a IFI estima um resultado primário estrutural negativo de 0,9% do PIB, sinalizando fragilidades nas contas públicas a médio prazo. O resultado primário estrutural é um indicador crucial que avalia a saúde fiscal do governo, desconsiderando flutuações temporais da economia.
Resultados Fiscais de 2025
O relatório de acompanhamento ainda analisa o desempenho fiscal de 2025, destacando que o déficit primário legal foi de R$ 9,5 bilhões (0,1% do PIB), enquanto o déficit efetivo, que considera todas as despesas, alcançou R$ 61,7 bilhões (0,5% do PIB). Apesar do cumprimento formal da meta fiscal dentro da margem de tolerância, a IFI alerta que estes resultados tendem a aumentar a dívida bruta do governo central.
A arrecadação federal, embora tenha crescido 3,2% acima da inflação em 2025, não acompanhou o aumento das despesas, que elevaram em 3,4% em termos reais a sua participação no PIB, chegando a 18,8%. Este desequilíbrio fiscal resulta no aumento da dívida pública, que subiu para 79% do PIB, representando um crescimento de 7,3 pontos percentuais entre dezembro de 2022 e novembro de 2025.
Análise do Orçamento-Geral da União de 2026
O Relatório de Acompanhamento Fiscal também apresenta uma análise mais detalhada do Orçamento-Geral da União para 2026. O documento revela que as alterações realizadas desde a apresentação do orçamento até sua formalização como lei elevaram as despesas excluídas do teto de gastos de 6,7% para 8,2% do total, implicando em R$ 230,7 bilhões de gastos que não são considerados na regulação do teto.
A IFI enfatiza que essas mudanças podem fragilizar ainda mais a capacidade da estrutura fiscal em ancorar expectativas econômicas.
Investimentos em Queda
Outro ponto alarmante no relatório é a redução da capacidade de investimento do governo federal. Historicamente, essa capacidade sofreu queda ao longo das últimas décadas. Mesmo com os gastos diretos trazendo apenas 0,76% do PIB, os investimentos representaram apenas 3,9% das despesas líquidas totais.
Esse cenário evidencia um crescente “estrangulamento” do orçamento público, o que representa um obstáculo significativo à recuperação e ao crescimento sustentável da economia brasileira.
Conclusão: O Caminho a Seguir
Diante do cenário apresentado pela IFI, o governo federal em 2026 enfrentará um dilema contínuo entre a necessidade de ajustes fiscais e o ambiente político instável. A contenção de medidas fiscais e o foco em metas mais modestas podem resultar em riscos de longo prazo para a economia. Enquanto o país se prepara para eventos significativos, como eleições e uma Copa do Mundo, a fragilidade das contas públicas permanecerá em foco.
É imperativo que a administração pública e os legisladores examinem cuidadosamente suas opções, priorizando uma estratégia fiscal que não apenas amarre as expectativas de curto prazo, mas que também busque realinhamentos estruturais necessários para um futuro econômico mais saudável e sustentável. As decisões tomadas nos próximos meses terão um impacto duradouro, tanto para o equilíbrio fiscal quanto para a confiança dos cidadãos e investidores na economia brasileira.
Economia
Senado cria grupo para investigar irregularidades no Banco Master
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal dará um passo significativo em suas investigações sobre o Banco Master. Nesta quarta-feira, às 10h, será instalado um grupo de trabalho dedicado a monitorar de perto as apurações relacionadas a irregularidades financeiras atribuídas à instituição.
Objetivos do Grupo de Trabalho
O objetivo central desse grupo é garantir a transparência e a integridade do sistema financeiro nacional. Em nota, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), que fará parte do comitê, manifestou que “o grupo reforça o compromisso do Senado com a transparência e a integridade do sistema financeiro nacional, buscando assegurar que quaisquer irregularidades sejam devidamente apuradas”. Essa declaração sublinha a importância de investigar qualquer ato que possa comprometer a confiança dos cidadãos nas instituições financeiras.
Investigação da Polícia Federal
As operações irregulares do Banco Master estão sob o olhar da Polícia Federal. As investigações centram-se, principalmente, em uma suposta fraude na venda de carteiras de crédito feitas pelo banco ao Banco de Brasília (BRB). Esse caso pode envolver valores que ultrapassam a marca de R$ 12 bilhões, um montante que, se confirmado, representa um caso de grande magnitude no cenário financeiro brasileiro.
Composição do Grupo de Trabalho
A criação do grupo de trabalho foi uma iniciativa do presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL). A implementação desta ação se deu através da Instrução Normativa n° 1/2026. O grupo será formado pelos seguinte senadores:
- Alessandro Vieira (MDB-SE)
- Damares Alves (Republicanos-DF)
- Eduardo Braga (MDB-AM)
- Esperidião Amin (PP-SC)
- Fernando Farias (MDB-AL)
- Leila Barros (PDT-DF)
- Randolfe Rodrigues (PT-AP)
Esta diversidade de parlamentares visa garantir uma análise abrangente e imparcial das irregularidades.
Repercussões no Sistema Financeiro
As ações do Senado, por meio da instalação deste grupo, indicam uma crescente preocupação com a saúde financeira das instituições no Brasil. Essa investigação é crucial não apenas para os acionistas do Banco Master, mas também para os consumidores e investidores, que buscam um sistema mais sólido e confiável.
Importância da Transparência
A formação do grupo de trabalho é uma resposta clara à demanda pública por responsabilidade e transparência no setor financeiro. As operações fraudulentas têm um impacto direto sobre a economia do país e, ao garantir a responsabilização dos envolvidos, o Senado busca restaurar a confiança no sistema financeiro.
Além disso, essa ação pode servir como um alerta para outras instituições financeiras, sublinhando a necessidade de conformidade com as normas legais e regulatórias. A integridade do sistema financeiro é essencial para a estabilidade econômica e a proteção dos direitos dos cidadãos.
A instalação do grupo de trabalho pela CAE do Senado, focada nas investigações sobre o Banco Master, demonstra um compromisso sério com a transparência e a responsabilidade no setor financeiro do Brasil. Ao investigar irregularidades que podem impactar bilhões, o Senado busca assegurar a confiança da população nas instituições financeiras. Esta ação não apenas promove um ambiente financeiro mais seguro, mas também reflete uma resposta às exigências da sociedade por maior fiscalização e integridade nas operações bancárias. A seguir, fica a expectativa sobre os próximos passos e as revelações que podem surgir dessa investigação, que certamente será acompanhada de perto pelo público e pela mídia.
A importância de ações como essa é inegável e ressalta a necessidade de um sistema financeiro ético e eficiente, que proteja os interesses de todos os cidadãos e investidores.
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