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Senado analisa projeto que aumenta penas por receptação de celulares

Aumento nas penas para receptação de celulares e produtos roubados: Uma resposta ao crime organizado

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Aumento nas penas para receptação de celulares e produtos roubados: Uma resposta ao crime organizado

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023 revelou um cenário alarmante: os roubos e furtos de celulares se tornaram uma prática de escala industrial. Com operações logísticas complexas, os criminosos têm estabelecido redes de receptação nos principais centros urbanos, tornando o crime um negócio lucrativo e organizado.

O impacto da criminalidade na sociedade

Esse contexto aponta para uma intersecção preocupante entre criminalidade e economia. Quando um celular é roubado, ele não fica apenas nas mãos do ladrão. A dinâmica do crime envolve vários atores, desde os que praticam o roubo até os receptadores. Muitos dos aparelhos furtados são rapidamente vendidos a receptadores, frequentemente associados a organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC). Isso torna a insegurança urbana um problema que afeta não só as vítimas diretas, mas toda a comunidade.

Um projeto de lei em resposta aos delitos

Com o intuito de combater essa crescente onda de criminalidade, o Senado brasileiro está analisando o Projeto de Lei 3.073/2025, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Essa proposta visa aumentar as penas para a receptação de celulares e produtos adquiridos mediante crime. Se aprovado, o projeto imporá penas mais severas para quem compra, vende ou transporta celulares e outros dispositivos eletrônicos.

Detalhes das novas penas

Atualmente, a pena para a receptação varia de 1 a 4 anos de prisão, acrescida de multa. Com a aprovação do novo PL, essa punição poderá aumentar em até 50% caso o produto receptado seja um celular ou uma mercadoria destinada à comercialização. Essa medida abrange também outros produtos de circulação controlada, como fármacos, combustíveis e veículos. A ideia é que a proposta traga mais rigor às leis e atue como um desincentivo a esse tipo de crime.

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Novos tipos penais em discussão

Um dos aspectos mais relevantes do Projeto de Lei 3.073/2025 é a introdução de um novo tipo penal que visa criminalizar ações praticadas por encomenda. Ao enfatizar o papel das organizações criminosas nesse esquema, o legislador pretende responsabilizar não apenas quem comete o furto, mas também quem demanda tais serviços. Isso implica ampliar o alcance da lei para incluir crimes que afetam a integridade da cadeia produtiva em diversas indústrias, revelando uma abordagem mais abrangente sobre crimes que, até então, eram considerados isolados.

Enfrentando a impunidade

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, comemorou a aprovação do projeto na Câmara, destacando a importância do aumento das sanções para enfrentar a impunidade que permeia esses crimes. Com um foco em abalar o sistema que sustenta a criminalidade, o governo está intensificando seus esforços para desmantelar as operações que se aproveitam da falta de punição eficaz.

A dinâmica do roubo e sua relação com o crime organizado

Pesquisas indicam que os autores de roubos de celulares não possuem o conhecimento técnico necessário para extrair dados dos aparelhos. O que os motiva é, sobretudo, a possibilidade de lucro rápido com a revenda do produto. Essa vulnerabilidade dos desvios econômicos é algo que o Brasil precisa calcular para poder formular políticas públicas mais efetivas no combate à criminalidade.

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Novos problemas: a receptação entre familiares

A proposta de lei também aborda outro aspecto significativo: atualmente, quem compra um produto roubado de um familiar pode não ser punido. Com as novas medidas, essa brecha será fechada, visando responsabilizar todos os envolvidos na cadeia de receptação.

Implicações práticas

Se o Projeto de Lei 3.073/2025 for aprovado, a sociedade poderá esperar um impacto significativo na segurança pública. O endurecimento das penas para receptação pode diminuir o apelo do crime, ao tornar a atividade menos lucrativa para aqueles que a praticam. Além disso, a medida reforça a ideia de que a responsabilidade penal não se restringe apenas ao autor do furto, mas também se estende às redes que permitem a continuidade dessas práticas criminosas.

Conclusão

À medida que o Brasil enfrenta um aumento preocupante nas taxas de criminalidade envolvendo roubos e furtos de celulares, a proposta de lei em tramitação no Senado surge como uma possível solução. O fortalecimento das penas e a ampliação da responsabilidade penal representam um passo importante na luta contra o crime organizado. A aprovação desta medida pode não apenas proteger melhor os cidadãos, mas também contribuir para o enfraquecimento das estruturas criminosas que operam nas sombras da sociedade.

As implicações dessa legislação serão observadas de perto, tanto pela população quanto pelas autoridades, enquanto aguardam o desfecho que poderá trazer esperança em um futuro mais seguro.

Com informações da Agência Câmara.

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Audiência pública aborda direitos de crianças e jovens no Senado

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Audiência Pública da CDH Aborda Direitos de Crianças e Adolescentes

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal organizará uma audiência pública destinada a discutir a proteção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. O evento acontecerá às 10h e busca abordar as graves violações enfrentadas por esse grupo etário no Brasil.

Necessidade do Debate

A iniciativa para a audiência pública partiu da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que sublinhou a urgência desse debate em sua justificativa. Segundo a parlamentar, as crianças e adolescentes se configuram como as principais vítimas de violações de direitos humanos no país. Utilizando dados do canal de denúncias Disque 100, pertencente ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Damares destacou que, em 2024, foram registradas impressionantes 289 mil denúncias relacionadas a violências contra este segmento da população.

Violência Contra Jovens

Dados alarmantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 complementam o quadro. A pesquisa revela que os brasileiros entre 15 e 29 anos enfrentam uma incidência alarmante de violência física, psicológica e sexual. Mais de um quarto deste grupo (27%) relatou ter sido vítima de algum tipo de agressão, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais eficaz para garantir segurança e dignidade.

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Convidados para o Debate

Diversas personalidades e representantes de instituições ligadas ao tema foram convocadas para participar da audiência. Entre os convidados estão:

  • Luciana Temer, representante do Instituto Liberta
  • Maurício Cunha, presidente da ChildFund Brasil
  • Laís Cardoso Peretto, diretora executiva da ChildHood Brasil
  • Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal
  • Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, presidente do Instituto Alana
  • Maria do Pilar Almeida e Silva, secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC

Esses especialistas e líderes serão fundamentais para proporcionar uma visão ampla sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes no Brasil, além de propor soluções práticas.

Interatividade e Participação Cidadã

A audiência será interativa, oferecendo ao público a oportunidade de participar ativamente. Os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários durante o evento pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou através do Portal e-Cidadania. Questões e comentários enviados poderão ser lidos e respondidos em tempo real pelos senadores e debatedores, tornando o evento mais dinâmico e informativo.

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Além disso, o Senado disponibiliza uma declaração de participação, que pode ser utilizada como comprovante de horas de atividade complementar em cursos universitários. O Portal e-Cidadania também recebe opiniões da população sobre propostas legislativas atualmente em trâmite e sugestões para novas leis.

A audiência pública marcada pela CDH é uma oportunidade crucial para discutir a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Com dados alarmantes sobre a violência contra esses grupos e a ampla participação de especialistas, o debate pode ser um passo significativo em direção à mudança e à promoção de políticas mais eficazes.

A participação do público e a transparência nas discussões são fundamentais para garantir que as vozes de crianças e adolescentes sejam ouvidas. A mobilização e o engajamento cívico podem oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para as questões de direitos humanos, assegurando um futuro mais seguro e justo para as próximas gerações.

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Novos integrantes tomam posse no Conselho de Comunicação Social

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Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional é instalado com novos membros

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional teve sua instalação oficial na última segunda-feira, 9 de fevereiro. Durante a cerimônia, novos integrantes tomaram posse para um mandato de dois anos. A conselheira Patrícia Blanco foi eleita presidente, enquanto Angela Cignachi assumiu o cargo de vice-presidente do colegiado.

Aprovação da nova composição do CCS

A nova composição do CCS foi aprovada em sessão realizada no Congresso Nacional em 27 de novembro de 2025. Essa representa a sétima formação do conselho, que encontra respaldo na Constituição de 1988 e foi instituído pela Lei 8.389, de 1991. O CCS é um importante órgão consultivo que assessora o Legislativo em assuntos relacionados à comunicação.

Estrutura e atribuições do CCS

O CCS conta com 26 membros, sendo 13 titulares e 13 suplentes, que representam diversos segmentos da sociedade, incluindo:

  • Empresas de rádio e televisão
  • Imprensa escrita
  • Profissionais de cinema
  • Engenheiros e cientistas da comunicação
  • Representantes dos trabalhadores e da sociedade civil

O papel do conselho abrange a produção de estudos, pareceres e recomendações sobre comunicação social. Os deputados e senadores podem solicitar a análise do CCS em projetos de lei que envolvam o tema.

A nova liderança do CCS

Patrícia Blanco, a nova presidente, é uma especialista em liberdade de expressão e comunicação. Com um histórico profissional que abrange mais de três décadas, ela foi, até então, vice-presidente do CCS. Atualmente, Patricía é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, onde lidera ações contra a desinformação.

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Em suas palavras ao assumir a presidência, Patrícia afirmou: “Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e complexo, especialmente por conta das eleições gerais. Os temas relacionados à comunicação social serão cruciais para garantir a democracia e a participação cidadã.”

Por sua vez, Angela Cignachi Baeta Neves, vice-presidente, possui uma sólida formação jurídica, com mestrado em Função Social do Direito e experiência significativa nas áreas de Direito Eleitoral e Direito Público. Seu conhecimento será vital para abordar questões legais que permeiam a comunicação.

Composição do CCS: Quem são os novos integrantes?

Abaixo, confira os representantes de cada área dentro do CCS, assim como seus suplentes:

Empresas de Rádio

  • Titular: Flávio Lara Resende
  • Suplente: Guliver Augusto Leão

Empresas de Televisão

  • Titular: Samir Nobre Maia
  • Suplente: Fernando Justus Fischer

Imprensa Escrita

  • Titular: Rafael Menin Soriano
  • Suplente: Júlio César Vinha

Comunicação Social

  • Titular: Valderez Donzelli
  • Suplente: Olímpio José Franco

Jornalistas

  • Titular: Samira de Castro
  • Suplente: Paulo Zocchi

Radialistas

  • Titular: Fernando Cabral
  • Suplente: Ricardo Ortiz

Artistas

  • Titular: Ana Flávia Cabral
  • Suplente: Débora Duboc

Cinema e Vídeo

  • Titular: Caio Loures
  • Suplente: Sonia Santana

Sociedade Civil

  • Titular: Rita Freire
  • Suplente: Ramênia Vieira

Presença de representantes da sociedade civil

Além dos membros titulares, a composição do CCS inclui representantes que têm o papel de refletir a diversidade da sociedade civil. Isso é crucial para garantir que as diferentes vozes e interesses estejam representados nas discussões sobre comunicação.

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Implicações para o futuro da comunicação no Brasil

A instalação do novo Conselho de Comunicação Social marca um momento significativo não apenas para a órgão, mas também para a comunicação no Brasil. Com um cenário eleitoral em transformação e a crescente preocupação com a desinformação, as discussões promovidas pelo CCS terão um impacto direto na forma como a informação é disseminada e regulada.

É fundamental que os novos conselheiros permaneçam atentos às evoluções tecnológicas e às novas dinâmicas de consumo de mídia que estão emergindo. A participação ativa do CCS contribuirá significativamente para o fortalecimento da democracia e da liberdade de expressão no país.

A importância do CCS na comunicação social

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional desempenha um papel vital na criação de um ambiente democrático saudável, onde a comunicação flui com liberdade e responsabilidade. A nova composição, liderada por Patrícia Blanco e Angela Cignachi, traz oportunidades para discutir questões essenciais e enfrentar desafios atuais.

Reforçar a importância de uma comunicação transparente e eficaz não é apenas uma obrigação do CCS, mas também um dever de toda a sociedade. A eficácia do conselho dependerá não apenas das ações de seus membros, mas também do envolvimento da população, que deve ser incentivada a participar e contribuir nas discussões sobre a comunicação em nosso país.

A nova fase do CCS promete trazer debates significativos para a comunicação brasileira, promovendo uma cultura de diálogo e transparência nos canais de mídia e informação.

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Projeto de lei amplia isenção tributária nas ALCs do Norte

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Comissão de Assuntos Econômicos Deve Analisar Projeto de Lei sobre Isenção Tributária para ALCs

Na próxima terça-feira (10), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reunirá para a apreciação do projeto de lei que promete transformar o cenário tributário das Áreas de Livre Comércio (ALCs) na região Norte do Brasil. Com início previsto para às 10h, essa reunião é aguardada com expectativa por empresários e representantes das ALCs, uma vez que a proposta visa equiparar à exportação as transações envolvendo mercadorias nacionais realizadas nessas áreas.

Entenda o Projeto de Lei 2.697/2023

Apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o PL 2.697/2023 busca modificar a forma como as isenções de tributos são aplicadas nas ALCs. O projeto foi relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que apresentou um substitutivo com alterações significativas ao texto original.

O Que Prevê a Nova Redação do PL 2.697/2023

A proposta tem como principal objetivo reduzir a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nas vendas internas realizadas nas ALCs de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC) e Guajará-Mirim (RO). Essa medida pretende garantir que todas as áreas de livre comércio tenham os mesmos benefícios fiscais, promovendo igualdade no tratamento tributário.

Racionalidade da Proposta

Alan Rick, o relator do projeto, enfatiza a importância de promover uma abordagem isonômica para todas as ALCs do país. Segundo ele, a proposta utiliza uma lei interpretativa para enfrentar questões que já foram objeto de intensa judicialização, buscando segurança jurídica para os interessados. Rick ainda destaca que a proposta busca restabelecer as disposições anteriores à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu às empresas das ALCs de Roraima a equiparação com exportações.

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Implicações para o Comércio Local

O impacto direto dessa legislação poderá ser sentido imediatamente pelas empresas que operam nas ALCs. Com a eliminação das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, espera-se um fortalecimento do comércio local e um estímulo ao desenvolvimento econômico na região Norte do Brasil, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à competitividade e infraestrutura.

Contexto Econômico das Áreas de Livre Comércio

As ALCs foram criadas como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico em regiões que historicamente enfrentaram obstáculos econômicos. A isenção tributária proposta pelo PL 2.697/2023 pode reduzir custos operacionais e estimular novas investimentos, facilitando a atração de empresas para essas áreas.

Investigação do Banco Master

Após a apreciação do projeto, a comissão também deve se debruçar sobre questões relacionadas ao Banco Master. O grupo de senadores que acompanha as investigações sobre a instituição financeira realizará uma reunião que contemplará a votação de requerimentos.

Objetivo da Investigação

Instalado no último dia 4, o grupo tem a missão de assegurar um acompanhamento rigoroso das atividades do Banco Master, realizando audiências públicas e diligências necessárias. O plano de trabalho inclui visitas a órgãos de controle e a possibilidade de medidas como a quebra de sigilos, tudo em busca de garantir a transparência e a eficiência das operações financeiras.

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O Que Esperar da Reunião da CAE

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos na próxima terça-feira é um momento-chave para o futuro das ALCs e do comércio na região Norte. A aprovação do PL 2.697/2023 poderá não apenas revolucionar a carga tributária sobre as mercadorias, mas também trazer um novo fôlego para as economias locais.

As discussões e decisões que ocorrerem neste encontro poderão ter repercussões significativas para empresários locais, afim de nivelar o campo de atuação. O cenário a ser criado por essa mudança tributária poderá representar um divisor de águas para a competitividade e o crescimento econômico das regiões periféricas do Brasil, oferecendo um novo horizonte de oportunidades.

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