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Senado analisa projeto que proíbe ultraprocessados em escolas

Projeto Proíbe Alimentos Ultraprocessados em Escolas: Iniciativas do Senado para a Saúde e Defesa do Consumidor

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Projeto Proíbe Alimentos Ultraprocessados em Escolas: Iniciativas do Senado para a Saúde e Defesa do Consumidor

Nesta quarta-feira, 4 de outubro de 2023, a Comissão de Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) do Senado Brasileiro se reúne para discutir um projeto de lei que visa proibir a venda de alimentos ultraprocessados nas cantinas de escolas públicas e privadas. A pauta também inclui outras propostas que têm como objetivo facilitar o atendimento de órgãos de defesa do consumidor e destacar os direitos de crianças e adolescentes hospitalizados.

Proibição de Alimentos Ultraprocessados nas Escolas

De autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA), o PL 4.501/2020 é uma iniciativa que busca combater a disseminação de produtos alimentares industrializados e nutridamente inadequados nas instituições de ensino. O projeto determina a proibição de comercialização e distribuição de alimentos e bebidas com alto teor de calorias, açúcar e gordura nas cantinas escolares. Essa proposta é parte de um esforço maior para garantir que as crianças tenham acesso a opções alimentares mais saudáveis e adaptadas a pessoas com restrições alimentares, como diabéticos e celíacos.

A Importância da Alimentação Saudável nas Escolas

O consumo de alimentos ultraprocessados tem sido um fator de preocupação crescente, especialmente entre o público infantil. Esses produtos, além de serem mais baratos e acessíveis, muitas vezes apresentam sabor e atratividade que podem influenciar a escolha dos jovens. A proibição da venda desses alimentos nas escolas é um passo importante na promoção da saúde infantil e na prevenção de doenças relacionadas à nutrição, como obesidade e diabetes.

Relatoria e Discussão

A proposta do senador Jaques Wagner será relatada pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que já destacou a importância do tema em discussões anteriores. O fortalecimento da alimentação saudável nas escolas é uma questão de saúde pública, e a relatoria da senadora promete trazer à tona informações relevantes para a discussão no Senado.

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Direitos dos Crianças e Adolescentes Hospitalizados

Outro ponto importante que estará em discussão é o PL 181/2020, que visa garantir que os direitos das crianças e adolescentes hospitalizados sejam claramente expostos em locais visíveis dentro dos estabelecimentos de saúde. Esta proposta, elaborada pela deputada Maria do Rosário (PT-RS) e com relatoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), reflete uma preocupação com a informação e o apoio que deve ser fornecido não só aos menores, mas também a seus pais e acompanhantes.

A Relevância das Informações em Saúde

Expor os direitos das crianças e adolescentes em hospitais é essencial para garantir que os familiares estejam cientes das garantias oferecidas pelo Estatuto da Criança e Adolescente, Lei 8.069 de 1990. O acesso a essas informações pode facilitar a assertividade no atendimento e reforçar a proteção dos direitos dos menores durante momentos críticos como uma hospitalização.

Facilitação do Atendimento aos Consumidores

Na mesma sessão, os senadores avaliarão o PL 6.547/2019, que propõe a obrigatoriedade do atendimento ao público por parte dos órgãos de defesa do consumidor também via internet. O projeto visa garantir que os cidadãos possam realizar denúncias e receber suporte de maneira mais acessível e prática, refletindo as demandas de uma sociedade cada vez mais digital.

Novas Formas de Atendimento

A possibilidade de atender à distância é uma inovação importante que pode aumentar a eficácia dos órgãos reguladores e a resposta a questões relacionadas ao consumo. Essa modernização do atendimento é crucial, especialmente em um mundo onde a tecnologia está se tornando cada vez mais central na vida cotidiana.

Ajustes nas Cobranças de Diárias em Serviços de Hospedagem

Na pauta da CTFC, também está o PL 2.645/2019, que propõe que a cobrança de diárias em serviços de hospedagem seja feita de forma proporcional ao tempo efetivo de permanência dos hóspedes. A medida busca evitar abusos e garantir que os consumidores paguem apenas pelo tempo em que realmente utilizaram o serviço, uma prática que pode promover maior transparência nas relações de consumo.

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Fiscalização de Serviços Públicos

Além disso, haverá a discussão de um requerimento para a promoção de uma audiência pública sobre a atuação da Companhia de Saneamento de Minas Gerais. O objetivo é investigar as falhas na prestação de serviços públicos essenciais em 2025 e no início de 2026. Este debate é fundamental para assegurar que problemas na fornecimento de água e saneamento não se repitam, preservando assim o direito básico à água potável e serviços adequados para a população.

As iniciativas discutidas na CTFC não apenas refletem uma preocupação com a saúde e segurança alimentar, mas também visam garantir que os direitos dos consumidores e dos menores sejam respeitados e ampliados. A proposta de proibição da venda de alimentos ultraprocessados em escolas é um passo significativo para a promoção de uma alimentação mais saudável e consciente nas novas gerações. Além disso, o fortalecimento dos mecanismos de defesa do consumidor e a melhoria na transparência dos serviços públicos são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Essas audiências e propostas são esperadas com grande interesse por parte da sociedade civil, que acredita na importância de políticas públicas eficazes em defesa da saúde e dos direitos dos cidadãos. O espaço para debate e a elaboração de leis que atendam às necessidades da população ocorre em um momento crucial, onde a saúde e a proteção dos mais vulneráveis são questões prioritárias.

Equipe responsável pela curadoria e publicação das principais notícias no Fórum 360. Nosso compromisso é informar com agilidade, clareza e responsabilidade.

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Senado acelera propostas contra maus-tratos a animais após caso Orelha

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Projetos em Andamento para Combater Maus-Tratos a Animais Ganham Destaque no Senado

Presidente do Senado Promete Agilidade nas Propostas Relacionadas aos Animais

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que a Secretaria-Geral da Mesa do Senado dará prioridade à análise de projetos que tratam de maus-tratos a animais. Durante a sessão plenária da última terça-feira (3), Alcolumbre afirmou que conversará com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para avançar com propostas já aprovadas pelo Senado, relacionadas ao bem-estar animal.

A Repercussão do Caso do Cão Orelha

A decisão de acelerar o andamento das propostas ocorre em meio à comoção nacional gerada pelo caso de um cachorro comunitário conhecido como Orelha. O animal foi torturado em Santa Catarina e precisou ser sacrificado em janeiro deste ano. O caso ganhou destaque nas redes sociais e está sendo investigado pela Polícia Civil, que apura a participação de adolescentes na brutalidade.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) expressou a indignação dos catarinenses, afirmando que o episódio atingiu uma sensibilidade coletiva. “Foi como uma gota d’água que transbordou a capacidade de um copo”, disse ele, ressaltando a necessidade de refletir sobre a natureza humana diante da crueldade.

Urgência para uma Nova Legislação

O senador Alan Rick (Republicanos-AC) acrescentou que o caso Orelha é um indicativo da necessidade urgente de modernizar a legislação que protege os animais. Por sua vez, o senador Efraim Filho (União-PB) propôs que o Congresso Nacional dedique uma agenda exclusiva para discutir e votar as propostas de proteção animal em tramitação.

Propostas em Andamento no Senado

Diversos senadores apresentaram projetos específicos para fortalecer a legislação contra maus-tratos a animais:

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Cadastro Nacional de Responsabilização

O senador Bruno Bonetti (PL-RJ) introduziu a proposta do PL 172/2026, que estabelece um cadastro nacional de pessoas responsabilizadas por maus-tratos. O projeto exige que, antes de transferir a posse de um animal, seja verificada a existência de impedimentos judiciais no cadastro, funcionando como um “nada consta” para quem deseja obter um animal.

Aumento das Penas para Crimes de Maus-Tratos

O senador Humberto Costa (PT-PE) anunciou que pedirá urgência para o PL 4.363/2025, que tem como objetivo aumentar as penalidades para crimes de maus-tratos. “Os animais são seres sencientes e merecem proteção”, afirmou. Essa proposta busca alinhar a legislação ao desejo da sociedade de reconhecer os direitos dos animais.

Política de Acolhimento e Manejo

Outra proposta relevante é do senador Wellington Fagundes (PL-MT), que busca implementar a Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados (Amar) através do PL 2.950/2019. A proposta já foi aprovada no Senado, mas devido a alterações na Câmara, retornou para nova análise.

Projetos Em Tramitação na Câmara dos Deputados

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, destacou três projetos de sua autoria que já passaram pelo Senado e aguardam votação na Câmara. Ele solicitou a Alcolumbre que o ajudasse a interceder junto a Hugo Motta, com o objetivo de acelerar a votação dessas propostas.

Principais Propostas de Randolfe

Entre os projetos destacados por Randolfe estão:

  • PL 470/2018: Esse projeto aumenta as penalidades para maus-tratos e prevê punições financeiras para estabelecimentos que colaboram com práticas de crueldade.
  • PL 6.205/2019: Esta proposta institui o Dia Nacional da Castração de Animais, buscando mitigar a superpopulação de cães e gatos.
  • PL 5/2022: Este projeto visa proibir a fabricação e o uso de fogos de artifício barulhentos, que impactam negativamente a vida e o bem-estar de animais.
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Randolfe enfatizou que a situação do cão Orelha não pode ser encarada isoladamente. “Precisamos tratar do bem-estar animal de forma abrangente”, concluiu.

A Caminho de um Futuro Mais Justo para os Animais

As iniciativas em tramitação no Senado e na Câmara dos Deputados sinalizam uma nova era na legislação relacionada ao bem-estar animal no Brasil. Com o crescimento do ativismo e da conscientização sobre os direitos dos animais, espera-se que as propostas avancem e resultem em uma proteção mais robusta.

A reação coletiva ao caso do cão Orelha indica que a sociedade não está disposta a tolerar a crueldade. Com as promessas de agilidade, há uma esperança de que a legislação se adapte às demandas da população, traduzindo-se em ações práticas que possam evitar a repetição de tragédias como essa.

A eliminação da crueldade contra animais não é apenas uma questão de legislação, mas um reflexo da humanidade que desejamos cultivar. Essa mudança exige o comprometimento tanto dos legisladores quanto da sociedade em geral para garantir que todos os seres sencientes recebam o respeito que merecem.

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Senado proíbe coleiras de choque e enforcadores para animais

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Proibição de Coleiras de Choque Elétrico e Enforcadoras Passa em Comissão do Senado

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (4), um projeto de lei que visa a proibição do uso, compra, comercialização, importação e fabricação de coleiras de choque elétrico e enforcadoras com pontas voltadas para os animais. O PL 1.146/2023, de autoria do senador Marcelo Castro (MDB-PI), recebeu parecer favorável, que inclui emendas do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). Agora, o projeto segue para decisão final na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Detalhes da Legislação

Dispositivos Proibidos

O projeto estabelece uma lista de instrumentos que estarão banidos, incluindo:

  • Coleiras que emitem choque elétrico.
  • Coleiras que geram ondas sonoras causando desconforto ao animal.
  • Enforcadores ou qualquer dispositivo com pontas voltadas para o corpo do animal.

Essas proibições abrangem não apenas o uso, mas também a compra, distribuição, comercialização, importação, exportação e fabricação desses produtos.

Contexto Atual

Embora o projeto tenha sido discutido no Senado desde 2023, ele ganhou destaque nos últimos dias devido à comoção provocada pela morte do cão Orelha, um animal comunitário que sofreu maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. A Polícia Civil de Santa Catarina investigou o caso e inicialmente apontou quatro adolescentes como suspeitos. No entanto, a conclusão do inquérito identificou apenas um deles como autor direto da agressão que resultou na morte do animal.

O relator do projeto enfatizou que a proposta não surgiu em resposta à morte do cão, mas é eficaz para provocar uma reflexão mais ampla sobre os valores que cercam a defesa da vida.

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Reflexão Social Necessária

“É importante que isso nos traga uma reflexão sobre como a nossa sociedade se comporta em relação à vida, seja de animais ou de pessoas”, afirmou o relator. Ele destacou o papel educativo que a legislação pode desempenhar.

Os senadores Sergio Moro (União-PR) e Flávio Arns (PSB-PR) também aplaudiram a iniciativa, considerando-a uma resposta legislativa essencial para a educação e responsabilidade na proteção da vida animal. Moro observou que os maus-tratos a animais são “absurdamente injustificáveis” e que o projeto é muito oportuno.

Contexto Legal e Multas

Legislação Atual

No Brasil, a Lei de Crimes Ambientais já tipifica como crime a prática de maus-tratos contra animais, com agravantes específicos para cães e gatos. Contudo, essa legislação não proíbe a produção, importação e comercialização de coleiras de choque elétrico e enforcadoras. Algumas regiões, como Piauí e o Distrito Federal, já estão debatendo legislações locais sobre o tema.

Penalidades Propostas

O projeto prevê severas punições:

  • Multa de R$ 4 mil para pessoas físicas e R$ 20 mil em casos de reincidência para o uso das coleiras em animais.
  • Multas que chegam até R$ 80 mil para pessoas jurídicas envolvidas na fabricação ou comercialização desses dispositivos.

Além disso, a incorporação do uso dessas coleiras no contexto de maus-tratos pode resultar em penas de reclusão que variam de dois a cinco anos—um aumento de um sexto a um terço caso o animal venha a morrer.

Medidas de Conformidade

Caso o projeto se torne lei, a população terá um prazo de 60 dias para a entrega voluntária dos instrumentos proibidos aos órgãos do Sistema Nacional do Meio Ambiente. Essa prática evitará a aplicação de multas e permitirá que os objetos sejam apreendidos e destruídos pelo poder público.

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Reações e Considerações Finais

Desafios Sociais

Durante a discussão, a presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), expressou preocupação com mensagens de crimes organizados que estariam ameaçando os adolescentes supostamente envolvidos no caso do cão Orelha. Apesar da necessidade de responsabilização, a senadora advertiu que a sociedade não deve incitar a violência, destacando a importância de se respeitar os direitos humanos, inclusive dos jovens acusados.

“Que eles paguem pelo ato cometido, de acordo com a lei, mas nós não vamos decretar a morte desses meninos”, disse a senadora, reforçando o princípio de que todos têm o direito de ser socializados.

Implicações para a Sociedade

A proposta de proibição é vista como um passo significativo na proteção dos animais e na promoção de um comportamento mais ético por parte da sociedade. Tais iniciativas não apenas ajudam a salvar vidas, mas também incentivam uma educação mais responsável sobre o tratamento dos animais.

Com a expectativa de aprovação na CCJ, espera-se que o debate sobre o tratamento de animais e a legislação adequada siga avançando, levando a um futuro onde a convivência harmoniosa entre seres humanos e animais seja a norma, e não a exceção.

O fortalecimento das leis de proteção animal reflete um crescimento na consciência social e uma maior responsabilidade coletiva em relação à vida, um passo importante para qualquer sociedade que se considera civilizada.

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STF destaca feminicídio e crime organizado como prioridades de 2026

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STF Destaca Feminicídio e Crime Organizado na Abertura do Ano Legislativo de 2026

Na sessão solene de abertura do ano legislativo, realizada na última segunda-feira, 2 de fevereiro, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, trouxe à atenção do Congresso questões cruciais para o Brasil, incluindo o crescente problema do feminicídio e a expansão do crime organizado. O evento, que congregou senadores e deputados, foi um momento oportuno para o Judiciário delinear suas prioridades e reforçar a necessidade de ações efetivas.

Fachin destacou que o feminicídio é “uma das maiores chagas sociais do país”, uma afirmação que reflete a gravidade da violência de gênero entre as atuais preocupações da Corte. O presidente do STF comunicou que uma das metas para 2026 é a redução do prazo para análise de medidas protetivas de urgência para até 48 horas, uma iniciativa que visa oferecer proteção rápida a mulheres vítimas de violência.

Diagnóstico do Crime Organizado

Durante sua apresentação, Fachin também mencionou os esforços para diagnosticar o crime organizado. Ele afirmou que está em andamento um esforço coordenado de diagnóstico e mapeamento nacional da Justiça Criminal. Este projeto será formalizado no Mapa Nacional do Crime Organizado, uma iniciativa essencial para entender e combater esta questão complexa que aflige o Brasil.

“O crime organizado cresceu e se adaptou, e precisamos de uma resposta sistemática para enfrentá-lo”, disse Fachin. Com a criação desse mapa, o Judiciário espera uma maior clareza nas ações que devem ser tomadas em todo o país.

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O Programa Pena Justa e Sua Continuidade

Além dos assuntos levantados, o presidente do STF reafirmou o compromisso com o Programa Pena Justa, que visa não apenas reduzir a superlotação nas prisões, mas também a reincidência. Este programa se mostra essencial em um país que enfrenta altos índices de criminalidade, buscando prestar um serviço mais justo e humano na reabilitação de infratores.

O ministro também reiterou o papel dos mutirões a serem realizados para o julgamento de questões raciais nos estados, enfatizando a importância da igualdade e do respeito às diversas comissões presentes na sociedade brasileira.

Harmonia Entre os Poderes

A Importância do Diálogo

Um dos pontos mais relevantes da fala de Fachin foi sobre a necessidade de cultivar a harmonia entre os Poderes. O ministro enfatizou o papel do Congresso como representante das aspirações da população, destacando que é tempo de defender as instituições e promover um diálogo republicano.

“Quando as instituições são estáveis, éticas, previsíveis e respeitadas, é possível sustentar a democracia”, ressaltou. Ele reforçou que a Constituição deve sempre prevalecer sobre interesses pessoais ou políticos e que a independência dos Poderes é essencial para um Brasil mais justo e solidário.

A Necessidade de Compromisso Institucional

O compromisso de formar um diálogo construtivo entre os diferentes órgãos do Governo foi uma mensagem clara na abertura do ano legislativo. Fachin acredita que a comunicação eficaz entre os Poderes pode trazer benefícios diretos para a sociedade, promovendo políticas públicas que atendam às necessidades do povo.

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“O diálogo harmônico entre os Poderes da República é a chave para um futuro mais promissor para nosso país”, concluiu Fachin, reiterando que a colaboração é fundamental para enfrentar desafios sociais complexos, como o feminicídio e o crime organizado.

Implicações para a Sociedade

As declarações do presidente do STF não apenas sinalizam um compromisso inabalável com o combate ao feminicídio e ao crime organizado, mas também destacam a importância do fortalecimento das instituições brasileiras. A busca por um sistema judiciário mais ágil e transparente é vital para garantir a proteção da população mais vulnerável, especialmente mulheres vítimas de violência.

Por meio da implementação de medidas como a redução do prazo para análise de medidas protetivas e a criação do Mapa Nacional do Crime Organizado, o Judiciário demonstra sua intenção de promover um ambiente mais seguro e igualitário. Para a sociedade, isso representa não somente a esperança de um futuro melhor, mas também a responsabilidade de acompanhar e exigir que tais promessas se concretizem em ações efetivas e impactantes.

O papel dos cidadãos é crucial nesta dinâmica. A população deve estar atenta às propostas e trabalhar em conjunto com as instituições para assegurar que a justiça seja realmente feita. É através dessa conscientização que se poderá construir um Brasil mais seguro e justo para todos.

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